Quarta-Feira, 08 de Setembro de 2010
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Movimentos Sociais
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Sociedade civil se mobiliza contra a “cidade neoliberal”
Segundo a Carta do Rio, aprovada no Fórum Social Urbano, as empresas transnacionais e as agências multilaterais, assim como seus ideólogos e representantes políticos, têm um modelo próprio de cidade ideal: “É a cidade globalizada, associada aos mercados globais por fluxos e hierarquias e submetida aos interesses daqueles poucos que controlam e regulam os mercados desde seus escritórios nas metrópoles centrais”
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29/03/2010
Emoções e Movimentos Sociais: o estudo das emoções no FSM
Sobre o Fórum Social Mundial 2009 podemos afirmar que, a partir da análise e observação de algumas de suas atividades, foi um evento com uma carga emocional muito alta. Identifiquei como as principais emoções do Fórum, a alegria, o sentimento de união, de fazer parte de uma grande força de transformação social e principalmente o reconforto necessário para voltar revitalizado, recarregado emocionalmente para seguir lutando por aquilo que se busca com tanta paixão.
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20/03/2010
Como é o caminho para um Outro Mundo? FSM: meios e fins
O FSM surge com uma proposta metodológica que pretende ser inovadora, partindo do princípio de que o novo mundo que se deseja construir será moldado de acordo com os meios utilizados nesse processo de construção. A dita novidade dessa perspectiva pode ser entendida a partir da negação de que o alcance dos fins desejados justifica os meios utilizados.
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20/03/2010
Movimento Feminista e FSM: revendo a relação entre igualdade e diferença
Ao analisar-se a forma como esse debate aparece na fala das militantes, o que transparece é a busca por um modelo de ação que leve em consideração tanto a ideia de diferença e de reconhecimento, como a construção de estratégias para uma melhor redistribuição de recursos e para a igualdade. Isso reflete uma visão mais abrangente quanto a igualdade e diferença como categorias complementares e não excludentes.
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20/03/2010
A visibilidade dos movimentos negros no Fórum Social Mundial
Com base em entrevistas com integrantes dos movimentos negros no Fórum Social Mundial de Belém (2009) e no Fórum Social Mundial Temático da Bahia (2010) e na análise de documentos, a percepção dos movimentos negros brasileiros é que eles teriam pouca visibilidade neste espaço. Isso significa que eles ocupariam espaços pouco privilegiados se comparados a outros movimentos, tanto em termos quantitativos como qualitativos.
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20/03/2010
Entre o institucionalismo e o ativismo: o PT e o Fórum Social Mundial
O 9° parágrafo da carta de princípios do Fórum Social Mundial estabelece a seguinte restrição: não deverão participar do Fórum representações partidárias nem organizações militares. Por que um evento de organizações de esquerda restringe a participação de partidos políticos? Por que e como os partidos políticos utilizam esse espaço? No estudo da história do PT e da sua participação no Fórum Social Mundial é possível perceber alguns dilemas das relações entre partidos políticos e movimentos sociais. O artigo é de Gabriel Santos Elias.
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19/03/2010
A cobertura do Fórum Social Mundial de 2009
Apesar da capacidade do Fórum de agendar a mídia, ser noticiado e ter grande cobertura durante seu acontecimento, esse poder se provou falho, ao menos na edição de 2009. A representação do FSM nos meios de comunicação ocorreu de forma muito descritiva e não como uma discussão sobre seus objetivos, relevância ou propostas. Além do mais, esse agendamento só ocorreu de maneira mais ampla na esfera regional, pela proximidade e impactos locais da realização do evento na cidade.
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19/03/2010
Outra Economia acontece no Outro Mundo Possível
Se um dos objetivos do Fórum é promover articulações entre atores da sociedade civil, fazer com que eles criem novos movimentos e façam suas propostas em um espaço democrático, foi isso que aconteceu com a Economia Solidária. Isso não é somente mérito do Fórum Social Mundial, é também do próprio movimento de Economia Solidária que viu no Fórum um espaço valioso para a articulação e proposição de novos debates e práticas.
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19/03/2010
Identidades Acampadas: o Acampamento da Juventude e o FSM
Embora seja parte do território do Fórum, o Acampamento Intercontinental de Juventude provou, ao longo de dez anos, que para que um outro mundo fosse realmente possível era preciso ir além das discussões e propor alternativas reais, passíveis de serem incorporadas ao cotidiano das pessoas. Em algumas das suas edições, essa proposta efetivamente se concretizou, o que fez dele um espaço diferenciado no interior do Fórum, um verdadeiro “laboratório de práticas”.
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19/03/2010
Duas mil mulheres chegam em marcha a São Paulo
Depois de dez dias na estrada pelo interior de São Paulo, caminhada termina nesta quinta-feira (18/03) com um ato em frente ao estádio do Pacaembu, na capital paulista. A ação, organizada pela Marcha Mundial das Mulheres, teve como lema a frase “Seguiremos em marcha até que todas sejamos livres”. A caminhada no Brasil faz parte de uma grande mobilização internacional, que inclui mais de 50 países e termina no dia 17 de outubro, em Kivu do Sul, na República Democrática do Congo.
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18/03/2010
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O que resta para Serra e a velha mídia?
Diante dos resultados das pesquisas e da falta de efeito de suas campanhas, na iminência de uma derrota acachapante, Carta Maior consulta: o que resta como alternativa para Serra, os tucanos e a velha mídia?
07/09/2010
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Destaques
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Plínio de Arruda Sampaio completará 80 anos no próximo dia 26 de julho. Seus amigos e companheiros do PSOL preparam uma festa suprapartidária para o sábado, 24, em São Paulo. Os 80 anos deste intelectual da ação serão comemorados em meio a uma de suas mais duras batalhas. Plínio é candidato à presidência da República pelo PSOL. Pode-se concordar ou discordar das posições de Plínio. Mas não se pode ignorar a admirável trajetória desse comunista que acredita em Deus, como ele mesmo se define. O artigo é de Gilberto Maringoni.
Política
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21/10/2010
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Na conjuntura dos últimos anos, a esquerda mexicana não pode identificar-se com o PRD e muito menos reduzir-se a esta agrupação partidária. Ao invés disso, ultimamente, a energia transformadora da esquerda se expressa principalmente em um vigoroso movimento popular que luta contra o regime neoliberal, à margem da estrutura partidária tradicional e que é liderado por Andrés Manuel López Obrador. É uma falácia, portanto, o que dizem os meios de comunicação e seus comentaristas: a de que a esquerda atravessa seu pior momento no México e deixou de ser uma opção. O artigo é de Héctor Díaz-Polanco.
Internacional
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09/08/2010
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En la coyuntura de los últimos años, la izquierda mexicana no puede identificarse con el PRD ni mucho menos reducirse a esta agrupación partidaria; que más bien, a últimas fechas, la energía transformadora de la izquierda se expresa principalmente en un vigoroso movimiento popular que lucha contra el régimen neoliberal, al margen de la estructura partidista tradicional, y que es liderada por Andrés Manuel López Obrador.
Internacional
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09/08/2010
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A ambiguidade paquistanesa, por um lado, o bloqueio iraniano por outro, a reaparição de certa instabilidade no Iraque com a recusa dos xiitas – apoiados pelo Irã – em obedecer o resultado das eleições...Tudo se passa como se as guerras de Bush tivessem levado Barack Obama a um beco sem saída. Mas a verdade é que não existe, nem os Estados Unidos nem na Europa, uma reflexão alternativa que gere uma estratégia melhor sobre o terreno. Esse é, sem dúvida, o motivo pelo qual, mais por resignação que por convicção, a guerra do Afeganistão vai continuar como está até agora. O artigo é de Jean-Marie Colombani.
Internacional
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08/08/2010
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El Ejército paquistaní no tiene más que una obsesión: impedir cualquier influencia india y, más en general, cualquier avance de India en la región. La hipótesis paquistaní por un lado, el bloqueo iraní por otro, la reaparición de cierta inestabilidad en Irak tras la negativa de los chiíes -respaldados por Irán- a obedecer el veredicto de las elecciones...Todo se desarrolla como si las guerras de Bush estuvieran llevando a Barack Obama a un callejón sin salida.
Internacional
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08/08/2010
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Em sua posse como novo presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, fez um chamado à concórdia com a Venezuela e a um diálogo franco e direto com seu colega Hugo Chávez. "Um de meus propósitos fundamentais será reconstruir as relações com a Venezuela e com o Equador, restabelecer a confiança e privilegiar a diplomacia e a prudência. A palavra guerra não está em meu dicionário. Quem diz que quer a guerra é quem nunca enviou soldados a uma guerra de verdade. Eu o fiz, e sei o que é enfrentar mortes e consolar os familiares", disse Santos.
Internacional
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08/08/2010
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Juan Manuel Santos no leyó su discurso, que por momentos fue frío. Tomó calor con las referencias a las diferentes crisis que afronta Colombia. La crisis con Venezuela estuvo muy presente. Al comentarla, Santos dijo textualmente lo siguiente: “Uno de mis propósitos fundamentales será reconstruir las relaciones con Venezuela y Ecuador, restablecer la confianza y privilegiar la diplomacia y la prudencia. La palabra ‘guerra’ no está en mi diccionario. Quien dice que quiere la guerra es que nunca envió soldados a una guerra de verdad. Yo lo hice, y sé lo que es enfrentar muertes y consolar a los familiares.”
Internacional
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08/08/2010
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A geopolítica do crepúsculo
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A política externa multilateralista do governo Lula, por afirmar interesses nacionais, amplia áreas de atrito com grandes potências. Por isso mesmo é alvo da "retórica do medo", por parte dos que advogam o retorno do alinhamento incondicional com os Estados Unidos, Europa e Japão.
Gilson Caroni Filho
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07/08/2010
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O apedrejamento e outras formas de suplícios letais
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A lapidação no Irã, bem como outras penas de morte terríveis de outros países, é algo brutal, bem como as demais execuções oficiais e oficiosas obtidas pelos meios ‘limpos’ do mundo atual. O caso iraniano não deveria causar espanto especial, em um mundo repleto de violências de todo o tipo.
Luís Carlos Lopes
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07/08/2010
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FLIP consagra cultura do espetáculo
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No lugar de entidades do ramo, o comando cabe a uma organização não-governamental alimentada com recursos de editoras e seus patrocinadores. Os escritores, de protagonistas, viraram atração. Cada autor ou cada patota em seu quadrado, opiniões e inspirações são exibidas à assistência, e acaba por aí a sinergia com os plebeus.
Breno Altman
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07/08/2010
Parcerias
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