Como o Egito se tornou um Estado-Exército
O exército egípcio detém poderes simbólicos, históricos, políticos e econômicos com um alcance pouco comum, que o converteu na coluna vertebral do país, em um Estado dentro do Estado e em um dos grupos de poder econômico mais importantes do mundo. O Egito é, na verdade, um Estado-Exército. Entre indústrias, bancos, turismo, agricultura, novas tecnologias e parque imobiliário, o exército egípcio controla 25% do Produto Interno Bruto do país. O artigo é de Eduardo Febbro.
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Internacional | 28/11/2011
Revolução na Tunísia, próximos passos
As eleições de julho colocarão em debate, entre outras coisas, o modelo econômico adotado pela Tunísia nas últimas décadas. O legado do liberalismo econômico, segundo os moldes propostos pelo FMI e Banco Mundial, ajuda a entender os motivos do levante popular de janeiro: mais de 500 mil desempregados, dos quais 200 mil são jovens diplomados em universidades. Em visita ao Brasil, Amami Nizar, dirigente sindical tunisiano, fala sobre a revolução política em curso no país. Objetivo principal, diz Nizar, é aprofundar ruptura com atual modelo político e econômico.
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Internacional | 14/04/2011
''Intervenção humanitária? Desta vez é um erro''
"O ataque à Líbia é um erro, de nenhum modo justificado pelas regras da intervenção humanitária". Há anos, Michael Walzer, filósofo da polítiao com base no Institute for Advanced Study, de Princeton, estuda os fios complexos que ligam o uso da violência, poder e moral. Em um célebre livro dos anos 70, Guerra Justa e Injusta, ele explicou por que a intervenção no Vietnã era "injusta", enquanto a Segunda Guerra Mundial era "justa". No caso dos ataques aliados na Líbia, ele acha que existem todas as razões para defini-los como "um erro, político e moral, que irá se concluir com um provável banho de sangue".
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Internacional | 25/03/2011
O “Lobo” Al Qaeda
A manipulação da Al Qaeda, porém, deixou, em 2011, de ser exclusiva aos países ocidentais. A prática estendeu-se a diversas partes do mundo árabe que hoje enfrentam revoltas, revoluções e, no limite, guerras civis, para defender a mudança de regime e a democracia. Somente para citar dois exemplos, no Egito de Mubarak e na Líbia de Kadafi, a Al Qaeda assumiu papel central nas crises, ignorando as inúmeras raízes de insatisfação popular que facilitaram a eclosão do processo. O artigo é de Cristina Soreanu Pecequilo.
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Internacional | 02/03/2011
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Humor | 11/02/2011