ESQUERDA EM DEBATE
Carta Maior firma parceria com a New Left Review
Fundada há quarenta anos, a New Left Review é uma ferramente crítica indispensável de análise, teoria e debate para a esquerda mundial. O texto de estréia desta parceria, de Robert Wade, trata da crise econômica atual e seus possíveis desdobramentos do ponto de vista do surgimento de um novo regime financeiro global.
Carta Maior
A Carta Maior fechou uma pareceria com a revista New Left Review para a publicação, em português, de artigos desta que é uma das mais importantes publicações da esquerda mundial. Fundada há quarenta anos, a New Left Review é uma ferramenta crítica indispensável de análise, teoria e debate para a esquerda mundial.
Neste período, vem enfrentando os apologistas do capitalismo contemporâneo com artigos sobre uma grande variedade de temas, como política e economia global, movimentos que lutam por um outro modelo de globalização, teoria social, história, filosofia, arte e estética, cinema e literatura. Em 2000, iniciou uma nova etapa da revista,cujos objetivos e orientação encontram-se expostos no artigo “Renovações" , de Perry Anderson. (disponível em espanhol)
O conselho editorial da NLR é formado por nomes como Tariq Ali , Perry Anderson, Gopal Balakrishnan, Emilie Bickerton (Editor Assistente), Robin Blackburn, Robert Brenner, Malcolm Bull, Alexander Cockburn, Mike Davis, Peter Gowan, Tom Mertes, Francis Mulhern, Julian Stallabrass, Jacob Stevens, Susan Watkins (Editora), Tony Wood e JoAnn Wypijewski.
O texto de estréia desta parceria, de Robert Wade, trata da crise econômica atual e seus possíveis desdobramentos do ponto de vista do surgimento de um novo regime financeiro global. A Carta Maior entende que essa parceria é fundamental para que o público brasileiro e de língua portuguesa possam ter acesso às análises de uma das publicações de esquerda mais respeitadas e qualificadas hoje no mundo.
Com o mesmo objetivo, estamos encaminhando uma parceria com a revista Sin Permiso, um "projeto político de crítica da cultura, material e intelectual, do capitalismo contra-reformado, desregulado, remundializado un proyecto político de crítica de la cultura, material e intelectual, del capitalismo contrarreformado, desregulado, remundializado e reliberalizado do século XXI.
Joaquim Ernerso Palhares
Diretor Presidente da Carta Maior
Marco Aurélio Weissheimer
Editor-Chefe da Carta Maior
| COMENTÁRIOS (10 Comentários) | |||
| Opinião | Comentário | Autor | Data |
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Muito bom!!! Parabéns ao Ca... | Mariângela Portela | 15/10/2009 |
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Resenhas, New Left Review s... | alfio | 01/07/2009 |
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A parceria é um presente pa... | Roberto Abdal Juni... | 26/03/2009 |
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penso que todos os problema... | nilson alves ramos | 01/02/2009 |
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O socialismo e a sustentabi... | nilson alves ramos | 01/02/2009 |
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Muito boa essa noticia! es... | Danilo José Martin... | 11/12/2008 |
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É com muita satisfação que ... | Teodoro Zanardi | 02/12/2008 |
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Também eu fico muito satisf... | Ildo Adriano Rosa ... | 22/11/2008 |
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Parabéns pelas parcerias. E... | Marcos Doniseti | 21/11/2008 |
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Fico muito feliz com tais p... | César S. | 20/11/2008 |
31/08/2010
• Uma análise do poder midiático na Argentina :
O discurso que Cristina Fernández de Kirchner fez em 24 de agosto foi mais além do que tinham ido todos os discursos dos presidentes argentinos até hoje. Ninguém – nem sequer o primeiro Perón ou Evita – fizeram tal desconstrução da estrutura do poder na Argentina. De quê ela estava falando? Do poder nas sombras, do poder detrás do trono, do verdadeiro poder. Qual é? É o poder midiático. A direita não tem pensadores, tem jornalistas audazes, agressivos. E a mentira ou a deformação pura e plena de toda notícia é sua metodologia. O artigo é de José Pablo Feinmann.
30/08/2010
• "Hay que persuadir a Obama de que evite la guera nuclear" :
Durante alrededor de cinco horas que duró la charla-entrevista –incluido el almuerzo– con La Jornada, Fidel aborda los más diversos temas, aunque se obsesione con algunos en particular. Permite que se le pregunte de todo –aunque el que más interrogue sea él– y repasa por primera vez y con dolorosa franqueza algunos momentos de la crisis de salud que sufrió los pasados cuatro años. "No quiero estar ausente en estos días. El mundo está en la fase más interesante y peligrosa de su existencia y yo estoy bastante comprometido con lo que vaya a pasar. Tengo cosas que hacer todavía".