Internacional| 17/11/2008 | Copyleft

ESQUERDA EM DEBATE

Carta Maior firma parceria com a New Left Review

Fundada há quarenta anos, a New Left Review é uma ferramente crítica indispensável de análise, teoria e debate para a esquerda mundial. O texto de estréia desta parceria, de Robert Wade, trata da crise econômica atual e seus possíveis desdobramentos do ponto de vista do surgimento de um novo regime financeiro global.

A Carta Maior fechou uma pareceria com a revista New Left Review para a publicação, em português, de artigos desta que é uma das mais importantes publicações da esquerda mundial. Fundada há quarenta anos, a New Left Review é uma ferramenta crítica indispensável de análise, teoria e debate para a esquerda mundial.

Neste período, vem enfrentando os apologistas do capitalismo contemporâneo com artigos sobre uma grande variedade de temas, como política e economia global, movimentos que lutam por um outro modelo de globalização, teoria social, história, filosofia, arte e estética, cinema e literatura. Em 2000, iniciou uma nova etapa da revista,cujos objetivos e orientação encontram-se expostos no artigo “Renovações" , de Perry Anderson. (disponível em espanhol)

O conselho editorial da NLR é formado por nomes como Tariq Ali , Perry Anderson, Gopal Balakrishnan, Emilie Bickerton (Editor Assistente), Robin Blackburn, Robert Brenner, Malcolm Bull, Alexander Cockburn, Mike Davis, Peter Gowan, Tom Mertes, Francis Mulhern, Julian Stallabrass, Jacob Stevens, Susan Watkins (Editora), Tony Wood e JoAnn Wypijewski.

O texto de estréia desta parceria, de Robert Wade, trata da crise econômica atual e seus possíveis desdobramentos do ponto de vista do surgimento de um novo regime financeiro global. A Carta Maior entende que essa parceria é fundamental para que o público brasileiro e de língua portuguesa possam ter acesso às análises de uma das publicações de esquerda mais respeitadas e qualificadas hoje no mundo.

Com o mesmo objetivo, estamos encaminhando uma parceria com a revista Sin Permiso, um "projeto político de crítica da cultura, material e intelectual, do capitalismo contra-reformado, desregulado, remundializado un proyecto político de crítica de la cultura, material e intelectual, del capitalismo contrarreformado, desregulado, remundializado e reliberalizado do século XXI.

Joaquim Ernerso Palhares
Diretor Presidente da Carta Maior

Marco Aurélio Weissheimer
Editor-Chefe da Carta Maior



 

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COMENTÁRIOS (10 Comentários)
       
Opinião Comentário Autor Data
Muito bom!!! Parabéns ao Ca... Mariângela Portela 15/10/2009
Resenhas, New Left Review s... alfio 01/07/2009
A parceria é um presente pa... Roberto Abdal Juni... 26/03/2009
penso que todos os problema... nilson alves ramos 01/02/2009
O socialismo e a sustentabi... nilson alves ramos 01/02/2009
Muito boa essa noticia! es... Danilo José Martin... 11/12/2008
É com muita satisfação que ... Teodoro Zanardi 02/12/2008
Também eu fico muito satisf... Ildo Adriano Rosa ... 22/11/2008
Parabéns pelas parcerias. E... Marcos Doniseti 21/11/2008
Fico muito feliz com tais p... César S. 20/11/2008
 
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31/08/2010

Uma análise do poder midiático na Argentina : O discurso que Cristina Fernández de Kirchner fez em 24 de agosto foi mais além do que tinham ido todos os discursos dos presidentes argentinos até hoje. Ninguém – nem sequer o primeiro Perón ou Evita – fizeram tal desconstrução da estrutura do poder na Argentina. De quê ela estava falando? Do poder nas sombras, do poder detrás do trono, do verdadeiro poder. Qual é? É o poder midiático. A direita não tem pensadores, tem jornalistas audazes, agressivos. E a mentira ou a deformação pura e plena de toda notícia é sua metodologia. O artigo é de José Pablo Feinmann.

Os EUA, o Chá e o 11/09: modernidade e regressão : Embora o Partido do Chá não constitua um partido oficial, represente a maioria ou detenha uma face única, sua mobilização social atrai segmentos diversos. A sua atração reside na externalização de problemas ao outro, o governo, as instituições públicas ou o diferente, sintetizado em um discurso composto pelos “antis” e pelos “prós”: anti-Estado, anti-impostos, anti-minorias, anti-direitos civis e sociais, pró-armas, pró-vida, pró-religião. O espírito é conservador, o que gera posições paradoxais: critica-se a reforma da saúde e do sistema financeiro como intrusivas, mas, ao mesmo tempo silencia-se ou apóia-se o Ato Patriota que, mais do que estes ajustes, é contrário às liberdades individuais. O artigo é de Cristina Soreanu Pecequilo.

Un análisis del poder : El discurso que la presidenta CFK ofreció el 24 de agosto fue más allá de lo que han ido todos los discursos de los presidentes argentinos hasta la fecha. Nadie –ni siquiera el primer Perón o Evita– procedieron a una destotalización de la estructura del poder en la Argentina. Analíticamente, destotalizó, en primer término, la totalidad y luego la armó otra vez para exhibir su funcionamiento. ¿De qué estaba hablando la Presidenta? Del poder en las sombras, del poder detrás del trono, del verdadero poder. ¿Cuál es? Es el poder mediático.

30/08/2010

"Hay que persuadir a Obama de que evite la guera nuclear" : Durante alrededor de cinco horas que duró la charla-entrevista –incluido el almuerzo– con La Jornada, Fidel aborda los más diversos temas, aunque se obsesione con algunos en particular. Permite que se le pregunte de todo –aunque el que más interrogue sea él– y repasa por primera vez y con dolorosa franqueza algunos momentos de la crisis de salud que sufrió los pasados cuatro años. "No quiero estar ausente en estos días. El mundo está en la fase más interesante y peligrosa de su existencia y yo estoy bastante comprometido con lo que vaya a pasar. Tengo cosas que hacer todavía".

"Não tenho dúvida de que ocorrerão grandes mudanças no México" : Na segunda parte da entrevista à jornalista Carmem Lira Saade, do La Jornada, Fidel Castro comenta suas recentes declarações a respeito de uma fraude que teria ocorrido nas últimas eleições presidenciais mexicanas prejudicando o candidato Andrés Manuel López Obrador.

Fidel Castro: “Cheguei a estar morto, mas ressuscitei” : Em entrevista exclusiva ao jornal La Jornada (a primeira concedida a um veículo impresso desde que uma diverticulite obrigou seu afastamento da liderança do governo cubano), Fidel Castro fala sobre o que aconteceu, diz que esteve à beira da morte, mas ressuscitou. E fala de seus planos para o futuro: "Não quero estar ausente nestes dias. O mundo está na fase mais interessante e perigosa de sua existência e eu estou bastante comprometido com o que está acontecendo. Ainda tenho muitas coisas para fazer".

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