PT, PCdoB e fundações promovem seminário sobre a crise mundial
A natureza e os posíveis impactos da crise econômica mundial serão tema de um seminário internacional, dias 20 e 21 de junho, em São Paulo, promovido pelo PT, pelo PCdoB, pelas fundações Perseu Abramo e Maurício Grabois, e pela rede IPES/Corint, da França. Abertura será sábado, às 9h30min, com uma conferência de Emir Sader. A participação é aberta ao público, sem a necessidade de inscrição prévia.
Redação - Carta Maior
O Seminário Internacional sobre a Crise Mundial será realizado nos dias 20 e 21 de junho (sábado e domingo), em São Paulo, e é promovido pela Fundação Perseu Abramo, pelo Partido dos Trabalhadores (PT), pelo Partido Comunista do Brasil (PCdoB), pela Fundação Maurício Grabois (FMG) e pela Rede IPES/Corint (da França). O evento ocorrerá no Hotel Braston, rua Martins Fontes, 330 - Centro/São Paulo. A participação é aberta ao público e não haverá inscrições prévias.
A abertura acontece no dia 20, às 9h30, com apresentação do seminário, seguida de palestra do cientista político e professor da UERJ, Emir Sader.
A programação completa é a seguinte:
20/06- sábado
9h30 - Apresentação da programação: PT, PCdoB, FPA, FMG e Rede IPES/Corint
10h - Abertura
Crise e alternativas da esquerda - Emir Sader, cientista político, professor da UERJ
14h - Diagnóstico da crise internacional: natureza, profundidade e extensão
Coordenação da mesa: José Reinaldo, secretário de Relações Internacionais do PCdoB
História e dimensões da crise: financeira, econômica, energética, alimentar, ambiental e estrutural
Jorge Beinstein, economista, professor na Universidade de Buenos Aires
A crise e as interpretações marxistas do capitalismo
Avtar Sadiq, secretário dos Comunistas Indianos na Grã-Bretanha e membro PC da Índia-Marxista (CPI-M)
16h30- Reações frente à crise: EUA, Europa e instituições internacionais
Coordenação da mesa: Iole Ilíada, diretora da FPA
A política dos Estados Unidos, Obama, qual mudança?
Luís Fernandes, cientista político, professor da PUC/RJ
Os impactos da crise na União Européia e a reação dos governos
Sérgio Ribeiro, economista, membro do PC de Portugal
Os organismos internacionais frente à crise
Nelson Barbosa, secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda - Brasil
19h30 às 21h30 - Reações frente à crise: Rússia, Índia, China e África do Sul
Coordenação da mesa: Patrick Theuret, Rede IPES/Corint
A Rússia frente à crise
Gyula Thürmer, cientista político, diretor da Fundação Hungria Neutra de Budapeste
A Índia frente à crise
Paulo Vizentini, professor do curso de Relações Internacionais UFRGS - Brasil
A emergência da China no mundo contemporâneo
Wladimir Pomar, jornalista e escritor (Brasil)
A África do Sul e o continente africano frente a crise
Christopher Matlhako, membro do Bureau Político e responsável pelas Relações Internacionais do Partido Comunista da África do Sul
21/06 (domingo)
9h- América Latina: lutas populares e governos progressistas frente à crise
Coordenação da mesa: Valter Pomar, secretário de Relações Internacionais do PT
Crise e alternativas socialistas
Theotônio dos Santos, economista, professor da UFF
A crise e a integração latino-americana
Marco Aurélio Garcia, assessor especial de política externa da Presidência da República
Mesa-redonda “A reação de governos, partidos de esquerda e movimentos sociais frente à crise”
Participantes do Brasil: Artur Henrique, presidente da CUT e Nivaldo Santana, vice-presidente da CTB
Participantes do exterior: representantes da Argentina, de Cuba, da Bolívia, do Equador, da Nicarágua, do Paraguai, do Peru, do Uruguai, da Venezuela e de El Salvador
14h - Crise e alternativas socialistas
Coordenação da mesa: Adalberto Monteiro, presidente da FMG
Intervenções
Carlos Lupi, presidente (licenciado) do PDT
Roberto Amaral, vice-presidente do PSB
Renato Rabelo, presidente do PCdoB
Ricardo Berzoini, presidente do PT
17h45 - sessão de encerramento:
Conclusões: PT, PCdoB, FPA, FMG e IPES/Corint
| COMENTÁRIOS (10 Comentários) | |||
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Sr. Carlos Nogueira, a meri... | jose ernesto grisa | 20/06/2009 |
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Meritocracia sr.carlos nogu... | leonel santos | 19/06/2009 |
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gostaria de saber dos senho... | Aristone Figueired... | 19/06/2009 |
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Já dizia Gramsci, o importa... | Carlos Nogueira | 19/06/2009 |
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Caros membros da Agência Ca... | Danilo | 18/06/2009 |
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Ao José Enersto, a voce meu... | Carlos Nogueira | 18/06/2009 |
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É um seminário coerente do ... | jose ernesto grisa | 18/06/2009 |
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O grande combatente Mauríci... | leonardo araguaia | 18/06/2009 |
09/02/2010
• A Classe "C" vai ao paraíso!
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Os resultados estão aí, brotando do fundo da sociedade brasileira: entre 2003 e 2005, 27 milhões de pessoas mudaram de patamar social no Brasil, ascendendo para uma condição social superior, mais digna e mais humana. Também a desigualdade regional foi atacada e recuou nos últimos cinco anos. O Nordeste cresceu a um ritmo “chinês” atingindo 7.7% ao ano. Mesmo sofrendo os efeitos da crise, o país foi capaz de oferecer oportunidades e esperança de vida melhor para 91 milhões de brasileiros. O artigo é de Francisco Carlos Teixeira.
08/02/2010
• Uma Universidade para a integração da América Latina
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A criação da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA) consolida a política brasileira de abertura ao continente, de resgate das identidades comuns e da busca de soluções autênticas para os problemas sociais da América Latina, com o respeito à diversidade cultural. A UNILA já é realidade, deixou de ser um projeto desafiador ou uma utopia daqueles que pensam e vivem o continente latino-americano. É uma grande novidade e deve ser motivo de orgulho e entusiasmo. O artigo é de Gisele Ricobom.
04/02/2010
• Da miséria ideológica à crise do capital :
O livro da cientista social Maria Orlanda Pinassi emerge, em tempos de ilusões pós-modernas, na oposição da apologética acadêmica niilista. Pinassi reflete sobre a incidência do conceito de decadência ideológica na atualidade, principalmente diante das ideologias que pregam o “fim da história”, o “fim da ideologia”, o “fim do trabalho”. O grande mérito da autora foi resgatar a categoria decadência ideológica como um dos mais férteis instrumentos da crítica marxiana-lukacsiana. A resenha é de Ricardo Lara, professor da Universidade Federal de Santa Catarina.
03/02/2010
• Pesquisas: o chute de Montenegro e o silêncio global :
Na semana passada, a TV Bandeirantes divulgou pesquisa Vox Populi mostrando que Dilma encurtou a distância que a separa de Serra. Na segunda-feira, foi a vez da CNT/Sensus divulgar levantamento que mostra empate técnico entre a candidata de Lula e o candidato de FHC. No Jornal Nacional, um silêncio ensurdecedor. A Globo tem uma velha parceria com o Ibope, para divulgação de pesquisas eleitorais. E o diretor do IBOPE disse, ano passado, que Dilma teria dificuldades de passar dos 15% nas pesquisas. A Globo, presumo, não quis cometer a indelicadeza de divulgar pesquisas que desmintam o velho parceiro. O artigo é de Rodrigo Vianna.


