Perry Anderson debate crise capitalista dia 17 na USP
Historiador marxista inglês e ex-editor da revista New Left Review participará de um debate sobre "A crise capitalista atual e suas consequências para a luta hegemônica", dia 17 de novembro, às 19 horas, no Auditório de Cultura Japonesa da USP. Além de Perry Anderson, o debate contará com a participação de Emir Sader, do professor de literatura e jornalista Flávio Aguiar e do sociólogo Ruy Braga. Promoção é da Boitempo Editorial, Clacso, Cenedic e Programa de Pós-Graduação em Sociologia da Universidade de São Paulo. A entrada é gratuita.
Redação - Carta Maior
A Universidade de São Paulo receberá na próxima semana o historiador Perry Anderson. Promovido pela Boitempo Editorial e por Clacso, Cenedic e Programa de Pós-graduação em Sociologia da USP, o debate "A crise capitalista atual e suas consequências para a luta hegemônica" acontecerá na terça-feira dia 17 de novembro, às 19h, no Auditório de Cultura Japonesa da USP (Av. Prof. Lineu Prestes, 159, Cidade Universitária).
Além de Perry Anderson, o debate contará com a participação de Emir Sader, do professor de literatura e jornalista Flávio Aguiar e do sociólogo Ruy Braga. A entrada é gratuita e não será necessário fazer inscrição prévia.
Perry Anderson nasceu em Londres, em 1938. É professor de história da UCLA, Estados Unidos, ex-editor da revista New Left Review e autor de vários livros publicados no Brasil, entre os quais Afinidades Seletivas (2002) e Considerações sobre o marxismo ocidental/ Nas trilhas do materialismo histórico (2004), lançados pela Boitempo. Seu próximo livro a ser publicado pela Boitempo, em 2010, será Spectrum.
Emir Sader nasceu em São Paulo, em 1943. Formado em Filosofia pela Universidade de São Paulo, é cientista político e professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP). É secretário-executivo do Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais (Clacso) e coordenador-geral do Laboratório de Políticas Públicas da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj). Autor de vários livros, publicou pela Boitempo os títulos A vingança da história (2003), A nova toupeira (2009), entre outros.
Flávio Aguiar nasceu em Porto Alegre (RS), em 1947. É professor de Literatura Brasileira da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo desde 1973 e, atualmente, vive em Berlim. É também jornalista e autor, entre outras obras, do livro Anita (1999) e A palavra no purgatório (1997), além de organizador, em parceria com Og Doria, da antologia A escola e a letra (2009).
Ruy Braga é professor do Departamento de Sociologia da Universidade de São Paulo e diretor do Centro de Estudos dos Direitos da Cidadania da USP (Cenendic). É autor de, entre outros livros, Por uma sociologia pública (com Michael Burawoy) (São Paulo, Alameda, 2009) e A nostalgia do fordismo: modernização e crise na teoria da sociedade salarial (São Paulo, Xamã, 2003) e organizador, ao lado de Ricardo Antunes, do livro Infoproletários, recém-lançado pela Boitempo.
Mais informações pelo telefone (11) 3875 7285.
| COMENTÁRIOS (10 Comentários) | |||
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Tem o vídeo? Eu estava lá,... | Paulo Cunha | 20/11/2009 |
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Como eu gostaria de poder i... | Jorge Ernesto Cout... | 17/11/2009 |
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Tomar conhecimento da reali... | ivanize magalhães | 17/11/2009 |
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Seria bom filmar a preleção... | Alexandre Rodrigue... | 16/11/2009 |
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Parabéns à Boitempo por mai... | Joana Ramos | 15/11/2009 |
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Parabéns pelo evento, agora... | jairo girolamo mor... | 15/11/2009 |
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Pena que eventos dessa enve... | Cleones | 15/11/2009 |
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Gostaria de parabenizar os ... | Roque | 14/11/2009 |
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Adoraria poder participar, ... | Leila Bastos | 13/11/2009 |
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Execelente atividade. Pena... | Erick da Silva | 13/11/2009 |
09/02/2010
• A Classe "C" vai ao paraíso!
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Os resultados estão aí, brotando do fundo da sociedade brasileira: entre 2003 e 2005, 27 milhões de pessoas mudaram de patamar social no Brasil, ascendendo para uma condição social superior, mais digna e mais humana. Também a desigualdade regional foi atacada e recuou nos últimos cinco anos. O Nordeste cresceu a um ritmo “chinês” atingindo 7.7% ao ano. Mesmo sofrendo os efeitos da crise, o país foi capaz de oferecer oportunidades e esperança de vida melhor para 91 milhões de brasileiros. O artigo é de Francisco Carlos Teixeira.
08/02/2010
• Uma Universidade para a integração da América Latina
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A criação da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA) consolida a política brasileira de abertura ao continente, de resgate das identidades comuns e da busca de soluções autênticas para os problemas sociais da América Latina, com o respeito à diversidade cultural. A UNILA já é realidade, deixou de ser um projeto desafiador ou uma utopia daqueles que pensam e vivem o continente latino-americano. É uma grande novidade e deve ser motivo de orgulho e entusiasmo. O artigo é de Gisele Ricobom.
04/02/2010
• Da miséria ideológica à crise do capital :
O livro da cientista social Maria Orlanda Pinassi emerge, em tempos de ilusões pós-modernas, na oposição da apologética acadêmica niilista. Pinassi reflete sobre a incidência do conceito de decadência ideológica na atualidade, principalmente diante das ideologias que pregam o “fim da história”, o “fim da ideologia”, o “fim do trabalho”. O grande mérito da autora foi resgatar a categoria decadência ideológica como um dos mais férteis instrumentos da crítica marxiana-lukacsiana. A resenha é de Ricardo Lara, professor da Universidade Federal de Santa Catarina.
03/02/2010
• Pesquisas: o chute de Montenegro e o silêncio global :
Na semana passada, a TV Bandeirantes divulgou pesquisa Vox Populi mostrando que Dilma encurtou a distância que a separa de Serra. Na segunda-feira, foi a vez da CNT/Sensus divulgar levantamento que mostra empate técnico entre a candidata de Lula e o candidato de FHC. No Jornal Nacional, um silêncio ensurdecedor. A Globo tem uma velha parceria com o Ibope, para divulgação de pesquisas eleitorais. E o diretor do IBOPE disse, ano passado, que Dilma teria dificuldades de passar dos 15% nas pesquisas. A Globo, presumo, não quis cometer a indelicadeza de divulgar pesquisas que desmintam o velho parceiro. O artigo é de Rodrigo Vianna.


