Terça-Feira, 27 de Junho
A Carta Maior é uma publicação eletrônica multimídia que nasceu por ocasião da primeira edição do Fórum Social Mundial, em janeiro de 2001, em Porto Alegre. A escolha da data não foi casual. Os princípios editoriais que norteiam nosso trabalho estão afinados, entre outras coisas, com o ideário que anima o movimento internacional que deu origem ao FSM. Nosso compromisso é contribuir para desenvolver um sistema de mídia democrática no Brasil e, de modo mais amplo, trabalhar pela democratização do Estado brasileiro, pelo fortalecimento da integração sul-americana e de todos os movimentos que lutam pela construção de uma globalização solidária.


De 2001 para cá, a Carta Maior conquistou o respeito não apenas do público leitor, dos movimentos sociais, da comunidade acadêmica, de importantes setores da política e de governos nacionais e dos profissionais da área (inclusive da grande imprensa), mas se tornou uma referência obrigatória de cobertura e análise jornalística crítica de fatos e movimentos ignorados ou distorcidos pela chamada grande mídia.


Entre os colunistas e colaboradores da Carta Maior, estão nomes de destaque da intelectualidade brasileira e internacional, como Antonio Lassance, Boaventura de Sousa Santos, Dario Pignotti, Eric Nepomuceno, Emir Sader, Erminia Maricato, Flávio Aguiar, Francisco Carlos Teixeira da Silva, Francisco Fonseca, Ignacio Ramonet, José Luís Fiori, José Roberto Torero, Laurindo Leal Filho, Leonardo Boff, Marcio Pochmann, Maria Inês Nassif, Mauro Santayana, Martin Granowsky, Michael Löwy, Pascual Serrano, Paolo Gerbaudo, Paulo Nogueira Batista Jr, Raquel Rolnik, Reginaldo Nassar, Samuel Pinheiro Guimarães, Saul Leblon, Theotonio dos Santos Júnior, Venício Lima, Wanderley Guilherme dos Santos, entre outros.


Atualmente, a Carta Maior é reproduzida por uma centena de veículos informativos de entidades e organizações sociais e acadêmicas. Mantém parceria com uma série de publicações no Brasil, Europa e América Latina, entre elas os jornais Página/12 (Argentina), La Jornada (México) e El Telégrafo (Equador).


Especializada em temas como direitos humanos, meio ambiente, política, economia e movimentos sociais, um dos principais patrimônios informativos, em função mesmo de sua origem, é o processo do Fórum Social Mundial e de integração da América Latina. Produzimos uma média de 200 matérias por FSM e cerca de 50 nos fóruns temáticos, regionais e preparatórios. Ao longo destes últimos dez anos, fomos constituindo aquele que seja possivelmente o maior acervo de vídeo e texto relativo ao processo FSM. A maior parte destes textos está publicada em português, inglês e espanhol.


Temos a convicção de que a tarefa de democratização da mídia não pode se restringir à esfera nacional. Afinal de contas, um verdadeiro processo de integração latino-americana passa, entre outras coisas, pela construção de uma rede de comunicação que ajude a diminuir as distâncias entre nossos povos e culturas e mostre a natureza comum de muitos dos problemas sociais que caracterizam nosso continente. Essa é uma de nossas agendas estratégicas.
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