02/09/2012 - Copyleft

A herança maldita

por Emir Sader em 02/09/2012 às 08:47



Emir Sader

O governo Lula recebeu uma herança maldita do governo FHC, refletida numa profunda e prolongada recessão, no desmonte do Estado, na multiplicação por 11 da dívida pública, no descontrole inflacionário. O controle da inflação jogou-a para baixo do tapete: transferiu-a para essa multiplicação da dívida pública.

O povo entendeu, rejeitou FHC e derrotou os seus candidatos: Serra duas vezes e Alckmin. Isso é história, tanto no sentido que é verdade incorporada à história do Brasil, como história porque o governo Lula, com grande esforços, superou a recessão profunda e prolongada herdada e conduziu o Brasil ao ciclo expansivo que dura até hoje.

Para não aguçar o clima de instabilidade que a direita pretendia impor no começo do seu governo, Lula preferiu não fazer o dossiê do governo FHC, que incluísse tudo o que foi mencionado, mais os escândalos das privatizações, da compra de votos para a reeleição, da tentativa de privatização da Petrobras, entre outros.

Não por acaso FHC é o político mais repudiado pelos brasileiros. Já na eleição de 2002, Serra tratou de distanciar-se do FHC. Em 2006, as privatizações, colocadas como tema central no segundo turno, levaram a uma derrota acachapante do Alckmin. Em 2010, de novo o Serra nem mencionou FHC, tentou aparecer como o melhor continuador do governo Lula, para a desmoralização definitiva do governo FHC.

Ao lado disso, economistas da ultra esquerda esposaram a bizarra tese de que não havia herança maldita, que o governo Lula era continuidade do governo FHC, que mantinha o modelo neoliberal. Além de se chocarem com a realidade das transformações econômicas e sociais do país, foram derrotados politicamente pelo total falta de apoio a essas teses no final do governo Lula, quando o candidato que defendeu essas posições, apesar de toda a exposição midiática, teve 1% dos votos.

FHC não ouve ninguém, despreza os que o cercam, mas sofre da teoria da dependência da dor de cotovelo. Dedica as pouco claras forças mentais que lhe restam para atacar Lula, cujo sucesso – espelhada no apoio de 69,8% dos brasileiros que querem Lula de volta como presidente em 2014 e nenhuma pesquisa sequer faz a mesma consulta sobre o FHC, para não espezinha-lo ainda mais – fere seu orgulho à morte.

Esses amigos tentam convencê-lo a não escrever mais, a não se expor ainda mais à execração publica – com efeitos diminutos, porque ele não ouve, seu orgulho ferido é o maior dos sentimentos que ele tem, mas também porque ninguém lê seus artigos – a se retirar definitivamente da vida pública. Cada vez que ele se pronuncia, aumentam os apoio ao Lula e à Dilma.

A historia diz, inequivocamente, que o Lula é um triunfador e FHC um perdedor. Isso a direita e seu segmento midiático não perdoam, mas é uma batalha perdida para todos eles.

Tags: Política




44 Comentários Insira o seu Coméntario !

Pharmg769 - 22/02/2013
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Maria Liège Freitas Ferreira - 21/09/2012
Sou professora universitária com mestrado em História e doutorado em Sociologia realizados na UNESP e trabalho na Universidade Federal de Campina Grande na Paraíba, mais especificamente no curso de Hist´toria dessa IFES. Há exatamente dezessete anos sofro torturas de assédio moral- discriminações, humilhações e alijamento, impedimento em desempenhar minhas habilidades e competências em sua plenitude- e já sofri tentativa de agressão física por tres vezes. Para completar fui banida do local de trabalho. Realizei inúmeras denúncias internas na Universidade e nenhum procedimento obtive resposta. Denunciei na Secretaria dos Direitos Humanos e no MEC em Brasília e também não obtive nenhum sucesso. No MEC um senhor chamado ADONIZETE DANTAS por telefone me falou que tinha mais o que fazer e desligou o telefone na minha 'cara'. Como pode, professores universitários doutores, formadores de opiniões e profissionais para o mercado de trabalho portarem-se como algozes, torturadores natos ? Se não recebi nenhum tipoo de resposta e procedimento administrativo concernente à gravidade da situação da IFES em questão, da Secretaria dos Direitos Humanos e do próprio MEC, a quem devo recorrer agora? Denunciei por e-mail na globo (programa do Jô), ao jornal da Band, à OAB, que me respondeu afirmando-me que em breve entraria em contato quanto ao meu problema. Por que ningúem fala das atrocidades que são cometidas dentro das instituições do serciço público federal? Por que é negado a quem sofre assédio moral de toda espécie denunciar e ser ouvido? Não quero acreditar que as associações de defesas de animais, TV, tenham mais credibilidade de RESPOSTAS DO JUDICIÁRIO A AGRESSORES que denúncias e torturas praticadas a um ser humano que trabalha e por não concordar com os mandos de grupos em todos os demais sofram o que estou sofrendo. Todos devem ser respeitados e bem tratados. Animais, pessoas, natureza, todos. Atenciosamente. Profª Liège Freitas


Piragibe Silva Borges - 17/09/2012
E a cada eleição, cada dia, cada minuto, esses fantoches do imperialismo americano - serão agentes? - insistem em desabonar e aviltar Lula e tudo o que isso signifique. Os fatos, ah, os fatos, são irrefutáveis e ridicularizam o discurso calunioso e fascista desses vendilhões, entreguistas.

Lula, ao ser eleito Presidente dos Estados Unidos do Brasil - Ops! este é o nome de nosso país para entreguistas e vendilhonistas cujos diplomatas tiram o sapato para revista de auxiliares do império - digo, da República Federativa do Brasil, fez história e poderia se contentar com isso, sendo o primeiro operário brasileiro a ser Presidente da República. No entanto Lula foi muito além do que esperavam as hienas derrotistas e governou de fato este país, conduzindo a nós todos a um processo de inclusão e evolução social que até hoje assombra o planeta (como esse peão conseguiu fazer o que todo mundo falava mas ninguém aplicava?). Lula, que fez muito menos do que gostaria de fazer, fez muito mais do que achavam que podia os derrotistas de plantão. Lula, uma utopia para a esquerda festiva, tornou-se uma realidade acachapante para os pseudo-esquerdistas, pseudo-socialistas deixando-os com uma retórica rancorosa e frustrada, pois tinham a certeza de que com um peão na Presidência iriam fazer a festa, tomar as rédeas do poder, como é assaz comum em outras plagas.

Lula é Getúlio, Lula é JK, Lula é todos nós. Ave, Lula!


ulisses - 10/12/2012
Janine! Não acredito que você acredita no que escreve. Caso ache que está certa, por favor, pare um pouquinho de ler a Veja e leia a PRIVATARIA TUCANA. Quer realmente saber como é esfolar um país e distribui-lo entre amigos?


Janine - 09/09/2012
Professor, o dr. cria um monte de verdades, sem embasamento algum.

Independente do que eu acho do FHC, com que base pode dizer que ele é o político mais repudiado, como pode exaltar um governo como o de Lula, o governo mais denunciado e com mais políticos afastados por corrupção, como pode exaltar um governo que praticamente abre mão da educação de um povo, o senhor sendo tão estudado.

E como pode falar que o povo rejeitou o Alckmin se nem candidato ele foi.

Divulgue fatos, mas não os crie.


Janine gmail - 09/09/2012
Retificando: Alckmin foi candidato em 2006, mas isso não muda o fato, de tudo o que o Lula se comprometeu a fazer, e no fim seguiu a cartilha capitalista, inclusive fazendo alianças inescrupulosas.


nilccemar - 05/09/2012
"Emir, o que está acontecendo ?" pergunta o leitor. Tento responder:



Karl Marx foi um filósofo. Ninguém o confundiria com um fofoqueiro de revistas, embora ele tenha escrito em jornais da época, e dando, sim, nome aos bois.

Ao escrever sua inquestionável versão de _ como seu deu os 18 Brumário de Luis Bonaparte _ o fez a partir do conjunto de artigos que escrevera no decorrer dos fatos. Sua grande habilidade em detectar e acompanhar os interesses que moviam os agentes, em torno de quais objetos se aglutinavam e dispersavam, o sentido da ação e a dinâmica da evolução destes, produziu a explicação suficiente.

A lógica que orienta a ação é importante para o real conhecimento dos fatos. A lógica dos agentes políticos está ligada aos seus interesses, é preciso detectá-los; se não, serve pouco sabermos fatos, e estes ficam passíveis de serem deturpados. Fica fácil de seus interpretes atribuir ações incompatíveis aos agentes, manipular os fatos, produzí-los.

Marx não teve professor para tal. Mas nós temos seu legado. Não podemos esquecer o que ele escreveu, isto não foi superado.


Alberto Magno Filgueiras - 05/09/2012
Não tendo lido a entrevista no 'Estadão' que motivou o texto do Emir e o debate, me valho das referências do Saul Leblon em outro espaço. Saul se inspira em Gramsci, com felicidade - aliás, o que não falta neste são categorias de análise que nos ajudam a entender o país e o mundo de hoje. Gramsci usava, numa de suas chamadas antinomias a oposição entre "pequena política" e "grande política"; a primeira prevalece na disputa interna ao poder de Estado, quando este está concentrado nas mãos de um grupo ou setor dominante - é a política da oligarquia, que tão bem conhecemos na nossa história. Os projetos e os valores pouco importam e, quando muito são adereços retóricos, tal como referia, por exemplo, Sergio Buarque de Holanda (Raízes do Brasil): a democracia, na nossa história, sempre foi um "mal entendido". Como projeto, deveria envolver crescentemente todo o povo, com acesso igualatário à cidadania, afetando as estruturas do Estado. A relutância em admitir os avanços que temos tido na última década é um caso talvez mais sociopsicoanalítico do que propriamente político. A agenda midiática, que rebaixa o tratamento das grandes questões à "pequena política" é o que mais tem pesado (deveríamos estar tratando da questão urbana num país que tem 87% da população nas aglomerações, e como uma eleição em vista, mas onde encontrar matérias sobre o tema, senão em publicações independentes e em sites como Carta Maior?). Se o ex-presidente partilha da convicção de que a única milonga que temos pra cantar é a entoada há 7, 8 anos pelos contrariados com as mudanças que vivemos - e há muito mais para mudar -, os debates que interessam só podem ser feitos por quem tem compromisso com elas.

Que Carta Maior siga trazendo esses temas e referências com a qualidade que tem feito.


Jeferson - 05/09/2012
Emir, estamos caindo na retórica conservadora de "desmoralizar" agentes. Que um dos caras da Veja faça isso, a gente entende, mas que você caia nessa, me causa estranhamento. O que está acontecendo?


nina rita - 05/09/2012
Não senhor Jeferson, Emir não está caindo na retórica de "desmoralizar" agentes. Está assumindo seu papel de intelectual orgânico ao IDENTIFICAR os agentes políticos e a serviço de quais interesses estão.



Os intelectuais não deveriam deixar Marilena Chauí fazendo isso sozinha.



Alberto Magno Filgueiras - 05/09/2012
A derrocada do seu candidato num centro nevrálgico do tucanato deve estar entre os motivos do assomo anti-Lula o ex-presidente. Mas não é isso que explica a lógica de sua ação como personagem político, que pretende estar fazendo a "grande política". Ocorre que o ciclo neoliberal, cujas conseqüências previsíveis o mundo sofre hoje, teve como carro-chefe no Brasil justamente o PSDB de FHC.

As corporações midiáticas tinham tantos recursos e liberdade para expor os mecanismos de tomada de decisão dentro da coalizão PSDB-PFL(hoje DEM) como os que mostrou no caso batizado de "mensalão". Aliás, a sua origem está lá atrás, na reeleição. Elas não o fizeram, assim como levaram "frouxo" o impacto da crise financeira de 1997-98 porque se tratava de impedir a ocorrência de segundo turno. Depois, é claro, trataram de se dissociar da "herança maldita". Mas o essencial de seus valores é evidente, e eles são incompatíveis com o avanço da democratização no país. Esse avanço põe em cheque seus privilégios de porta-voz dos setores que desde sempre protagonizaram a política, e que agora se vêem ameaçados pelo protagonismo do Estado e dos agentes nele atuam.

A bizarrice da tese de "continuidade" dos governos Lula / Dilma em relação ao ciclo anterior se explica pela pouca prática do debate político - aparte o sectarismo -, que Carta Maior contribui para remediar e superar.


nilccemar - 05/09/2012
Esse que teve 1% como candidato a presidente, demonstra tanto ressentimento quanto FHC. Tais "esquerdistas" o são tanto que, não percebendo a gravidade da situação, arguem o candidato petista quanto ao "mensalão, fazendo coro com a midia, cujos propósitos bem conhecemos.



Outro, indignado assim se manifesta:



"Compreendo sua antipatia por FHC mas daí comecar a espancar os fatos e os números está o levando a uma situacão constrangedora.

Goste-se ou não, meu caro, FHC teve e tem sua importância na história política nacional. Os recentes prêmios e homenagens que vem recebendo, INCLUSIVE DE DILMA, não deixam dúvidas."



Constrangedor sim, é ignorar a importância do professor Emir Sader na vida acadêmica e na constituição do pensamento nacional. Trata-se de um intelectual orgânico, que, obviamente, não se deixa mover por sentimentos ou simpatias. Esta é uma opinião abalizada, de um autêntico cientista político, não desses comentaristas que se vê na TV. Aceitam docilmente a opinião de Jabor, e questionam ferozmente a análise de Emir Sader.



AMADEU DE DEUS CORREA - 05/09/2012
Barabéns prof. Emir, a definição é dor de cotovelo, não fez

nada para o povão, agora só fala besteira.viva o LULA.


pedro - 04/09/2012
FHC cometeu erros no seu governo e também nesta crítica, agora não da para esconder a cabeça na areia e desconsiderar a realidade atual. Os fatos devem ser encarados como são. O PIB está em queda, a balança comercial desiquilibrada, o sistema viário em frangalhos, os portos entupidos a saude um caos a educação na rabeira do mundo. A cada incendio de favela dá para se ter uma leve idéia da situação. Se a culpa é do FHC, do Lula, do famigerado PIG, das Zelites, do PT ou do PSDB não interessa.


javier - 04/09/2012
Hay perros que ladran. Otros que muerden. FHC bosteza despues de berberse una botella de vino francés. De esto él entiende. Estos sementales....


patrick davies - 04/09/2012
Ler Emkir e lembrar uma série de argumentos q, fundamentados, demonstram a recente história do país, conjugado com a defesa da Presidenta (ou da Presidente como preferem outros) permitem àqueles que gostam de se espelhar em FATOS e ATOS para construir a HISTÓRIA e não em VERSÕES ou PRISMAS para sublinhar SUA história.

Devemos lembrar a alguns que me antecederam que reconhecer o passado faz parte, valorizá-lo idem, rechaçá-lo é vergonha!!! Premiar ex-Presidentes ou reconhecer suas contribuições assemelha-se a valorizar nossos pais, independente do grau de contribuição que eles nos legaram. Mesmo Collor, alguém acha q ele não contribuiu para nosso estágio atual? Agora, daí a propalar notícias falsas e enaltecer políticas questionáveis vai um longo trecho!!! Parabéns Emir!!! Lamento que seu texto/memória não esteja nos painéis da grande mídia, mas faço a minha parte e difundo o q vejo como pertinente, para q ao menos o meu meio entenda q existe VERDADE e q ela pode transformar o PAÍS!!!


Uallace - 04/09/2012
"Ao lado disso, economistas da ultra esquerda esposaram a bizarra tese de que não havia herança maldita, que o governo Lula era continuidade do governo FHC, que mantinha o modelo neoliberal. Além de se chocarem com a realidade das transformações econômicas e sociais do país, foram derrotados politicamente pelo total falta de apoio a essas teses no final do governo Lula, quando o candidato que defendeu essas posições, apesar de toda a exposição midiática, teve 1% dos votos".



Caro Emir,

Bizarro é o senhor defender o governo do PT e o Lula como se fosse um partido e governo de esquerda. Bizarro é o senhor tentar justiticar a aliança entre o Lula e o Maluf.

Bizarro é o senhor defender transformação econômica e social quando a orientação da política macroeconômica e a negligência em relação às políticas universais deixam nítidos a orientação neoliberal do governo do PT. Uma verdadeira continuidade do governo do PSDB.


Laurindo - 04/09/2012
É dispensado falar das qualidades de mais este artigo do Emir, mas, mesmo assim, ouso fazer ao texto uma restrição: muita tinta p/ pouca parede, sobra muito caixão p/ esse pobre defunto. Por que se ocupar desse solitário fantasma que um dia, por obra do demônio, governou estes trópicos. Esse infeliz só merece ser assunto daqueles que terão a missão de lhe carregar o caixão, por favores dantes recebidos, ou seja, as 4 famiglias da "imprensa" brasileira. Ele não é, de jeito nenhum, assunto p/ os trabalhadores e p/ os que querem, sinceramente, o bem deste país, como é o caso do Emir.


Joaquim Saraiva - 04/09/2012
FHC é, para não dizer muito, um verdadeiro anedotista. Todavia, sua chalaça só comprova o que há muito sabemos e atacamos: se trata de um direitista inecrupuloso, cujas insanidades ganham vez nos famosos jornalões. E só lá. Para a constatação trago a colação o link do blog do nobrelíssimo tucano jactancioso (FHC), onde, ao final, o ex-pra-nuca-mais-presidente da República, traz as nada imparciais (ao contrário do que propôs em sua página) impressões da "mídia" sobre a recente troca de farpas entre Dilma e ele prórpio. Reparem nos links. PIG puro!



http://www.observadorpolitico.org.br/2012/09/heranca-de-lula-divide-dilma-e-fhc/


cid cabeça - 04/09/2012
Uhuuu! Valeu Professor! fhc na cadeira já!

**Eu quero meus R$ 90.000.000.000,00 que me roubaram na doação da Vale do Rio Doce!


nilccemar - 04/09/2012
Resposta oficial, objetiva, correta e rápida: é exatamente assim que é necessário. Os órgãos oficiais deveriam usar mais os espaços de comunicação de que dispõem, para prestar esclarecimentos do gênero.


Sandra Maria Cardoso Grilo - 04/09/2012
Já se sabe que dor de cotovelo ... mata... então....


Ana Cruzzeli - 03/09/2012
É isso mesmo Emir, pura dor de cotovelo



Por que o Serra e nenhum candidato PSDBista do Brasil briga para sair na foto com esse FHC?



Por que até PSDBistas querem tirar foto com Lula e correm como o diabo da cruz desse sociologo que escreveu livro a 4 mãos livro de dependencia com os EUA como vemos nessa foto?



http://t2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSW4dVTO261gBQIgavaUp5a029CWIANkLmMRtBya7pMWPkpbWzhIw





Realmente deve ser humilhante ser reconhecido como o pior presidente que esse pais ( incluindo o Bill Clinton) já teve e um que nunca foi doutor ter revolucionado a sociologia tupiniquim.



Ou seja



Se valer Ph. D, o Lula tem prova e contra prova que foi melhor sociologo que FHC. Perder em seu proprio terreno é duro não é Bambi???



Agora o que mais dói é que Lula é Dilma e Dilma é Lula e até nisso FHC é perdedor e para provar isso aqui mais uma foto, onde tiraram uma casquinha da cria do cara, a Dona Dilma.

http://t1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRFmn5IWfBl3S1BvkdYfFmtwysgF2ESZ6gECy0Upc9souqXJrv_





Emir, pode escrever, daqui a pouco vão colar o numero 45 na foto com Lula de novo e do Haddad também só para ver se o Serra não cai para 13% de intenções de voto no dia 7 de outubro.



Estou em contagem regressiva para ver quanto tempo dura. kkkkk



VER O THC, ESTREBUCHANDO DE INVEJA? Não tem preço


oscar - 03/09/2012
Joana I de Castela (6/11/1479 – 11/4/1555) entrou para a História da Espanha, designada como Joana, A LOUCA.

No Brasil, não faz muito tempo, um indivíduo chamado Fernando ocupou durante 8 anos a cadeira de presidente da república. Foi um desgoverno total: o cara viajava adoidado pelo mundo, leiloou o Brasil aos estrangeiros por preço de banana, chamou os aposentados de “vagabundos”, fazia um monte de discursos idiotas, dizendo coisas como “os pobres são mais felizes, pois vida de rico é muito chata”, e assim por diante. Chegou a pedir que “esquecêssemos o que ele havia dito”, tanto é que me esqueci de bobagens como “dentadura”, “frango” e outro monte de asneiras.

Depois dos 8 anos de desgoverno, tadinho, virou COMADRE FUXIQUEIRA! Vive por aí falando mal do ex-Presidente Lula, pura inveja!

Minha sábia mãe dizia sempre: “O macaco enrola o rabo, senta em cima e fala mal do rabo dos outros”. Deve estar lá do outro lado, dizendo pras amigas: “COITADINHA DA COMADRE FERNANDA!” Certamente fará companhia à Juana-la LOCA de España, como “Fernanda, a LOUCA DO BRASIL!”





Franco Atirador - 03/09/2012
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Do Blog do Planalto



A presidenta Dilma Rousseff afirmou hoje (3), em nota oficial,

ter recebido uma herança bendita do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.



Dilma afirmou ter recebido um país com economia sólida, crescimento robusto e inflação sob controle.



Leia abaixo a íntegra da nota:



NOTA OFICIAL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA



“Citada de modo incorreto pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso,

em artigo publicado neste domingo, nos jornais O Globo e O Estado de S. Paulo,

creio ser necessário recolocar os fatos em seus devidos lugares.



Recebi do ex-presidente Lula uma herança bendita.



Não recebi um país sob intervenção do FMI ou sob a ameaça de apagão.



Recebi uma economia sólida, com crescimento robusto, inflação sob controle, investimentos consistentes em infraestrutura e reservas cambiais recordes.



Recebi um país mais justo e menos desigual, com 40 milhões de pessoas ascendendo à classe média, pleno emprego e oportunidade de acesso à universidade a centenas de milhares de estudantes.



Recebi um Brasil mais respeitado lá fora graças às posições firmes do ex-presidente Lula no cenário internacional.



Um democrata que não caiu na tentação de uma mudança constitucional que o beneficiasse.



O ex-presidente Lula é um exemplo de estadista.



Não reconhecer os avanços que o país obteve nos últimos dez anos é uma tentativa menor de reescrever a história.



O passado deve nos servir de contraponto, de lição, de visão crítica, não de ressentimento.



Aprendi com os erros e, principalmente, com os acertos de todas as administrações que me antecederam.



Mas governo com os olhos no futuro.



Dilma Rousseff

Presidenta da República Federativa do Brasil”



http://www.viomundo.com.br/politica/dilma-rousseff-recolocar-os-fatos-seus-devidos-lugares.html


Franco Atirador - 03/09/2012
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E agora ?



Será que O Globo, o Estadão, a Folha, a Veja e o Jornal Nacional



darão direito de resposta à Presidenta da República do Brasil ?



http://blog.planalto.gov.br/recebi-do-ex-presidente-lula-uma-heranca-bendita-afirma-dilma-rousseff-em-nota-oficial/


Valdomiro Ribeiro da Silva - 03/09/2012
O mais patético é ver simpatizantes do FHC querendo a todo custo que a gente reconheça "a sua grande contribuição para o país: o Plano Real" ( que na verdade foi efetivado no governo de Itamar Franco e passou a desandar no governo FHC ). Me divirto muito com um colega que insiste com essa churumela que "as realizações de Lula só foram possíveis graças a ele ter sido antecedido pelo governo de FHC". Então tá! Não vai ser por isso que nós vamos estragar a nossa amizade... kkkkkkkkkkkkkk ... O Fhc não merece tanto.


Anibal - 03/09/2012
A discussão acerca do que é pior, se concessão ou privatização, é irrelevante diante do principal motivo que levou às duas, ou seja, a incapacidade gestora do Estado sobre os setores ora entregues à iniciativa privada.

Qualquer criança é capaz de enxergar a diferença entre as telecomunicações privatizadas em relação à época em que eram estatais; e nunca é demais lembrar a abissal diferença entre a Vale de hoje e a dos tempos de então.

A concessão é um eufemismo para a privatização, mas não deixa de ser a confissão pública e definitiva de que o governo não pode ser empresário.


Fernando Luís - 03/09/2012
FHC nao tem moral para opinar em nada no Brasil porque seu governo foi um fiasco. Vive de frases de efeitos para aparecer na mídia. Esse é o verdadeiro tartufo.


Gilson Raslan - 03/09/2012
Da tagarelice e regorgitação do FHC em seu falacioso artigo, pinço a seguinte pérola: culpa Lula pela queda da CPMF, quando foi o seu PSDB que trabalhou, junto com a FIESP, pela reprovação da proposta que renovava e dava finalidade concreta àquela contribuição.

O Emir Sader tem razão, quando afirma eufemisticamente que FHC "Dedica as pouco claras forças mentais que lhe restam para atacar Lula (...)".



Zallas Avlys - 03/09/2012
Gostaria de ver um texto deste em painéis relativamente amplos expostos pelo país afora. Nao por gostar do que vi e vivi no governo Lula, mas por detestar esta trupe tucanalha.


Gerson Carneiro - 03/09/2012
E para completar a desgraça que paira sobre o personagem FHC, descobriu-se que o príncipe criado em Paris, às custas do povo brasileiro, não é filho daquele que um dia posou de garanhão.



Ou seja, FHC é um fracasso *”tanto no profissional, quanto no pessoal”.



*SILVA, Fausto – famoso intelectual da Direita.


Pedro Castro - 03/09/2012
Caro Emir,

Sobretudo pelo o mal que fez ao nosso pais quando Presidente (a natureza e o volume das privatizações, a legislação retrograda sobre o petroleo, a compra do resgate da reeleição no Parlamento, a estratosférica taxa de juros, o pífio desenvolvimento economico do pais, a braba repressão aos movimentos sociais etc.) preferiria que o FHC só tivesse a atenção despertada junto aos poderes estrangeiros, aos meios de comunicação conservadores e aos aliados saudpsistas que ainda o apoiam.



Deixemo-lo ao limbo que ele tanto merece!







Marcos Doniseti - 03/09/2012
Comparando os governos Lula-Dilma e o de FHC (dá dó do tucano, coitado): http://guerrilheirodoanoitecer.blogspot.com.br/2012/09/comparando-os-governos-lula-dilma-e-fhc.html


Pedro Cruz - 02/09/2012
É a inveja, estupido!


Rodrigo Luis - 02/09/2012
FHC anda elogiando muito o governo Dilma, aliás, em artigo esse domingo ele defende a mudança para tecnocracia de Dilma. É constrangedor ver o PT tendo que sofismar em, cada vez, mais baixo nível e com menor qualidade. Artigos como esse vão levar a direita para o ostracismo.



E, ora, quem diria, o PSOL é ultra-esquerdista para o PT de hoje. Logo o PSOL que foi fundado por membros do PT, Emir? É cuspir muito no prato que comeu. Ainda dizer que Plínio teve grande cobertura da mídia?! Culpar a esquerda radical pelos 1% é admitir a lógica do caixa-dois, admitido pelo próprio PT. Plínio perdeu de pé, enquanto Dilma foi ganha pelo poder.


Flávio - 02/09/2012
Lula teve sim uma herança maldita, mas seu governo não deixou de ser neoliberal, pode ate ter sido progressista mas seguiu a receita capitalista aos "mínimos detalhes". As recentes privatizações dos aeroportos e estradas (disfarçadas de concessões) são a prova disso.


Marivalton Rissatto - 02/09/2012
Flávio: Concessão é aluguel, privatização é venda, no caso de FHC, privatização foi entrega. O que vc preferiria, alugar algo que é seu para alguem cuidar e te pagar aluguéis ou entregar a preço de banana e nunca mais ter a posse?


Guillermo - 02/09/2012
Ulisses, concessão é privatização, sim! Pode haver diferenças semânticas ou de grau e intensidade, mas tudo trata-se de passar à iniciativa privada setores em que o governo atua.

A privatização das telecomunicações, em seu entender, também é "apenas" uma concessão porque, afinal de contas, o espectro eletromagnético ainda é público, controlado pelo governo. Só o direito de explorá-lo foi concedido às empresas privadas.

Quanto à venda da Telebrás, ora... ela cobrava R$10mil (em valores atuais) por uma linha telefônica... Não fez falta nenhuma.


Taques - 02/09/2012
Comento entre parenteses parte de seu texto. Vejamos:



"Não por acaso FHC é o político mais repudiado pelos brasileiros (da onde você tirou essa insanidade? Que Lula é mais popular que FHC não resta dúvida mas dizer que FHC "é o mais repudiado", convenhamos, não é verdade). Já na eleição de 2002, Serra tratou de distanciar-se do FHC (distanciou e perdeu!). Em 2006, as privatizações (o quê faz Dilma hoje com os aeroportos e estradas?), colocadas como tema central no segundo turno, levaram a uma derrota acachapante do Alckmin (58% a 42%, ainda mais em segundo, é acachapante? Pergunto: as duas vitórias de FHC sobre Lula no PRIMEIRO TURNO são o quê então?). Em 2010, de novo o Serra nem mencionou FHC, tentou aparecer como o melhor continuador do governo Lula, para a desmoralização definitiva do governo FHC (e perdeu de novo. Aloysio Nunes mostrou FHC de maneira ostensiva e simplesmente foi eleito o senador mais bem votado da história)."



Compreendo sua antipatia por FHC mas daí comecar a espancar os fatos e os números está o levando a uma situacão constrangedora.



Goste-se ou não, meu caro, FHC teve e tem sua importância na história política nacional. Os recentes prêmios e homenagens que vem recebendo, INCLUSIVE DE DILMA, não deixam dúvidas.









Eduardo Affine Neto - 02/09/2012
O que falar deste cara que ao sair da presidência, foi desprezado e até mesmo ESCONDIDO pelo candidato de seu partido, José Serra em 2002, novamente ESCONDIDIDO em 2006 pelo candidato Alckmin, e pior ainda em 2010, com o candidato de seu partido, José Serra, não só ESCONDENDO-O novamente, mas sim se apresentando-se... ó suprema humilhação!!! Como o melhor continuador do ótimo governo Lula!!!

E foi tão retumbante o sucesso do governo Lula que nenhum dos candidatos do partido dele ousaram falar qualquer coisa que contrariasse Lula, inclusive o próximo candidato Aébrio.

Esqueçemos o que você escreveu!!!

Não esquecemos o que você fez de mau à este país!!!

Agora faça nos um favor, ajude-nos a esquecer que você existe fechando seu bico longo, recolhendo sua plumagem e tratando logo a sua dor de cotovelo!!!


Ulisses - 02/09/2012
Flavio, concessão não é privatização. A propriedade ainda é do estado. O problema da concessão é quando que a pega pratica os valores que quiser. Não entendeu? Eu explico. A BR 101 foi concedida no sul por Lula. O preço do pedágio é de R$ 1,30. Saindo dela e pegando uma estadual paranaense concedida pelo PSDB pago valores mínimos de 4 reais e chegam facilmente em quase 10 reais por estradas que as vezes não tem nem uma terceira pista na subida para evitar ultrapassar caminhões. A 101 é duplicada! O problema não é a concessão, mas o valor que será cobrado por esta! Vide a telefonia, energia e os pedágios paulistas, todos da era PSDB!


Marivalton Rissatto - 02/09/2012
O mundo vive a pior crise do capitalismo. Ja faltam 18 milhoes de postos de trabalho so na Europa. Estimativas dizem que a cada minuto, desaparece 2 vagas de emprego, sao 2 vagas por minuto, 120 por hr, 2880 por dia, 86.400 por ano. Aqui no Brasil, so de 2008 a 2011, foram criadas 12 milhoes de vagas de trabalho (Dieese, 2012). Alguns acusam o PT de querer transformar o Brasil em uma  Cuba. Bom, em Cuba o desemprego é de apenas 1,6% enquanto na Espanha é 51% (entre os jovens). O sonho de FHC era criar um salario minimo de 100 dolares, hj o salario minimo é de 310 dolares, ou seja, 300% amais que o do sonho de FHC. A velha midia oligarquica se arde no odio por isso. Como pode um "burro", semianalfabeto, bebedor de cachaça que fala errado ter feito 300x mais que o intelectual que estudou na França? A saida é partir pra baixaria, acusa-lo de criminoso, chefe de quadrila, mensaleiro. Todos dia essa midia bandida e golpista enche as capas do jornais de calunias, chegam a acusar que o povo esta consumindo de mais, oras o que queriam, continuarem no privilegio de unica classe consumidora?



Marcos - 02/09/2012
Fernando, o pequeno, é o maior entreguista que este país conhecei. Uma lástima, comemorada apenas pelos inimigos do Brasil.