Euclides Pereira Duque - 30/09/2013
O Irã é o Pearl Harbor atual dos americanos, está engasgado, entalado na goela o episódio da embaixada, eles não aprenderam nada com o Vietnan saíram com o rabo entre as pernas, o declínio do império é evidente e isto é o que preocupa, quanto mais encurralados mais perigosos e claro, como você diz urge uma multipolaridade, para evitar uma nova "enola gay".
dani7 - 30/09/2013
Saul, visao afiada da verdadeira historia q se desenrola em nosso mundo. Eu quero uma tv aberta com programacao pop e jornalismo de verdade.
Piragibe Silva Borges - 30/09/2013
Um prazer observar o mundo se dobrar à chamada às falas dos países que estão mantendo suas economias em pé através de venda de armamentos, proteção bélica e ações militares. Dilma trouxe à luz uma posição que é a de muitos países, mas estavam tíbios para assumi-la abertamente, pois todos temem o poder de coerção dos americanos (vai do diplomático ao militar). Sua atuação no tocante à Líbia, onde manifestou-se contra a atuação externa, passou desapercebida, pois já estava a intervenção indireta acordada. E, agora, ao censurar em assembleia internacional a intromissão dos EUA nos assuntos privados e internos, comerciais e estratégicos dos países, principalmente do Brasil, Dilma assumiu uma postura histórica. Incitou os demais governantes e conseguiu o recuo dos EUA em sua caminhada belicista! Está o mundo inteiro atônito, pois os americanos viram-se, de repente, expostos. Independente dos resultados à frente e sabendo que sofreremos retaliações de vários tipos, a atitude foi histórica e mostrou que o rei está nu. Gostaria imensamente que esse ato encerrasse esse ciclo de carnificina, mas aí já é pedir demais.
Piragibe Silva Borges - 30/09/2013
Um prazer observar o mundo se dobrar à chamada às falas dos países que estão mantendo suas economias em pé através de venda de armamentos, proteção bélica e ações militares. Dilma trouxe à luz uma posição que é a de muitos países, mas estavam tíbios para assumi-la abertamente, pois todos temem o poder de coerção dos americanos (vai do diplomático ao militar). Sua atuação no tocante à Líbia, onde manifestou-se contra a atuação externa, passou desapercebida, pois já estava a intervenção indireta acordada. E, agora, ao censurar em assembleia internacional a intromissão dos EUA nos assuntos privados e internos, comerciais e estratégicos dos países, principalmente do Brasil, Dilma assumiu uma postura histórica. Incitou os demais governantes e conseguiu o recuo dos EUA em sua caminhada belicista! Está o mundo inteiro atônito, pois os americanos viram-se, de repente, expostos. Independente dos resultados à frente e sabendo que sofreremos retaliações de vários tipos, a atitude foi histórica e mostrou que o rei está nu. Gostaria imensamente que esse ato encerrasse esse ciclo de carnificina, mas aí já é pedir demais.
dani7 - 30/09/2013
Saul, visao afiada da verdadeira historia q se desenrola em nosso mundo. Eu quero uma tv aberta com programacao pop e jornalismo de verdade.
Euclides Pereira Duque - 30/09/2013
O Irã é o Pearl Harbor atual dos americanos, está engasgado, entalado na goela o episódio da embaixada, eles não aprenderam nada com o Vietnan saíram com o rabo entre as pernas, o declínio do império é evidente e isto é o que preocupa, quanto mais encurralados mais perigosos e claro, como você diz urge uma multipolaridade, para evitar uma nova "enola gay".
Riobaldo - 29/09/2013
Emir, faltou você considerar como ganhador da parada, os congressista do partido republicano dos EUA, que não vai permitir que presidente-ignóbil-da-paz, continue a razer sucesso em suas incursões ´pacifistas`pelo Oriente Médio.Você sabe que o alvo dos falcões do pentágono não é a Síria, e sim o Irã que constitui séria ameaça aos aliados incondicionais de Tio Sam.Mas, para mexer com a Síria o buraco é mais embaixo, posto que o tabuleiro conta com protagonistas de peso, como a Rússia e a China, e nomeio disso, uma jugular por onde jorrará 90% do ouro negro pela antiga Rota da Seda. Quem dominar o pedaço vai dominar o resto do mundo...
Riobaldo - 29/09/2013
Emir, faltou você considerar como ganhador da parada, os congressista do partido republicano dos EUA, que não vai permitir que presidente-ignóbil-da-paz, continue a razer sucesso em suas incursões ´pacifistas`pelo Oriente Médio.Você sabe que o alvo dos falcões do pentágono não é a Síria, e sim o Irã que constitui séria ameaça aos aliados incondicionais de Tio Sam.Mas, para mexer com a Síria o buraco é mais embaixo, posto que o tabuleiro conta com protagonistas de peso, como a Rússia e a China, e nomeio disso, uma jugular por onde jorrará 90% do ouro negro pela antiga Rota da Seda. Quem dominar o pedaço vai dominar o resto do mundo...