Cartas do Editor

Campanha em defesa da Carta Maior

 

21/11/2017 18:07

 
Carta Maior está novamente no ar, com novo formato e nova proposta editorial, disponibilizando análises de leitura obrigatória produzidas por intelectuais, lideranças sociais e pensadores progressistas do Brasil e do mundo.
 
Estamos convencidos que nesta batalha pela disputa da opinião pública, contra o fascismo e o desmonte do Brasil, urge dotarmos nossos leitores de argumentos sólidos, estudos e análises contundentes.
 
Reafirmando sua vocação analítica, sem perder de vista a conjuntura e os desafios de 2018 -- um ano decisivo para o Brasil, Carta Maior também priorizará uma pauta que estimule o debate sobre o futuro, em especial, sobre os rumos da esquerda e do socialismo.
 
Cientes de que a destruição promovida pelo neoliberalismo ultrapassa as fronteiras nacionais, daremos ênfase na tradução de artigos e reportagens de acesso mais difícil ao leitor brasileiro.
 
Nesta semana, você poderá encontrar vários artigos, como os de Noam Chomsky (“A independência do jornalismo no mundo”), do escritor Jean-Marie Le Clézio, Nobel de Literatura em 2008 (“Em defesa dos imigrantes”), entrevistas realizadas por Amy Goodman com Yanis Varoufakis e Carl Hart, entre outras reportagens e artigos imperdíveis.
 
Trazemos também as Cartas de Paris da jornalista Leneide Duarte-Plon que, nesta semana, comenta sobre a revanche de Gabrielle Russier e a morte de Pierre Bergé, o homem que construiu o império Saint Laurent e que enfureceu a direita com seus engajamentos.
 
No editorial “Repto aos ladrões da esperança”, Saul Leblon lembra que “o palanque de 2018 não pode subestimar a tarefa de vencer a coalizão do dinheiro com a treva: nada ocorrerá sem uma ampla organização de base da sociedade”. Trazemos também análises de primeira linha, como as de Pedro Tierra (“Nossa nova justiça trabalhistas dos Boers”), Dennis de Oliveira (“O racismo de Waack e os seus risinhos irônicos”), Celso Amorim (“Lula, líder do povo e homem de Estado”), Jean Tible (“Teatro oficina: corpos livres em perigo”), Neusa Pivatto-Müller (“Envelhecimento intergeracional: um diálogo necessário”), as críticas de cinema de Léa Maria Aarão Reis que, nesta semana, comenta sobre o documentário “Dedo na ferida”, de Silvio Tendler.
 
Isso tudo você poderá encontrar nesta edição que marca o retorno editorial  de Carta Maior, clique aqui.
 
Importante ressaltar que, em sua nova configuração, um dos destaque do site é o Twittão Maior. Essa trincheira da disputa cotidiana com a narrativa dominante já conta com mais de 148.000 seguidores, gerando mais de TRÊS MILHÕES de impressões mensais.
 
Postamos aí diariamente material próprio e conteúdos gerados pela Mídia Alternativa, bem como comentários de nossos seguidores, adensando assim uma frente de resistência à manipulação informativa --decisiva, sobretudo em 2018.
 
Estamos lançando, também, uma campanha de cadastramento no site para que possamos criar um ambiente independente das restrições neoliberais do Facebook, do Google e do próprio Twitter.
 
Cada vez mais, a disseminação de notícias nas redes sociais depende da compra de espaço, promovendo grande desvantagem na divulgação de conteúdos para a Mídia Alternativa, além de transformar a notícia e as análises, em mercadoria. Faça parte do nosso cadastro que conta, hoje, com mais de 100 mil inscritos (cadastre-se aqui).
 
Nossa meta é audaciosa, mas imperativa: criar uma rede independente de comunicação, que não esteja subordinada aos interesses financeiros e políticos dos donos da nova mídia.
 
Trata-se de um escudo preventivo para assegurar, inclusive, a plena liberdade de disparar denúncias, alertas e convocações de luta e resistência.
 
Para isso é importante que você se junte a esse mutirão democrático: reúna seus parentes, amigos, companheiros, colegas de escola, de universidade, de trabalho, das ruas; peça que se cadastrem em Carta Maior, como um ato político de autodefesa ao poder leonino detido pelos “Zuckerbergs” & CIA.
 
Nossa campanha de doação requer mobilização equivalente das leitoras e leitores. Disso depende a sobrevivência independente de Carta Maior nos próximos anos e a manutenção da sua linha editorial. Torne-se parceiro dessa construção  clicando aqui).
 
O golpe de 2016, ademais de seus efeitos devastadores, reafirmou essa lição para nunca mais ser esquecida: a resistência contra a opressão neoliberal –mercados livres, sociedades catatônicas-- depende da organização democrática da cidadania . Eles têm o mercado, nós temos uns aos outros.
 
Sigamos juntos.
 
 
Joaquim Ernesto Palhares
Diretor da Carta Maior







Conteúdo Relacionado