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Clipping Internacional - 10/11/2020

Notícias internacionais sobre o Brasil; Notícias do Mundo; e Artigos

10/11/2020 09:36

(Wu Hong/EPA)/A autoridade sanitária do Brasil suspendeu os ensaios clínicos da vacina Coronavac, do laboratório chinês Sinovac, contra o novo coronavírus, após um incidente ''grave'' com um voluntário

Créditos da foto: (Wu Hong/EPA)/A autoridade sanitária do Brasil suspendeu os ensaios clínicos da vacina Coronavac, do laboratório chinês Sinovac, contra o novo coronavírus, após um incidente ''grave'' com um voluntário

 

1 - NOTÍCIAS INTERNACIONAIS SOBRE O BRASIL

VACINA. Anvisa determina interrupção de estudos clínicos da CoronaVac após 'evento adverso grave'. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu temporariamente o ensaio clínico da CoronaVac, possível imunizante contra Covid-19 testado pelo Instituto Butantã, de São Paulo, em parceria com o laboratório chinês Sinovac. (The Wall Street Journal, EUA; Les Echos, França; Financial Times, Inglaterra; Sputnik News, Rússia; El Periódico, Espanha; La Presse, Canadá; Le Soir, Bélgica; La Repubblica, Itália; La Stampa, Itália; Jornal de Notícias, Portugal) | on.wsj.com/3eLuXnN | bit.ly/3keDBfr | on.ft.com/35iVnds | bit.ly/2UaeS1g | bit.ly/3ljqbjw | bit.ly/3liXUd8 | bit.ly/2IqqTNj | bit.ly/2GLPbRA | bit.ly/2UcCeTV | bit.ly/35gHb4B

VACINA. Laboratório chinês se diz "confiante" em sua vacina, apesar da suspensão dos ensaios no Brasil. "Estamos confiantes na segurança da vacina", disse Sinovac em um comunicado no qual afirmou que o incidente em questão "não estava relacionado" à vacina. A Agência Brasileira de Vigilância Sanitária anunciou nesta segunda-feira que "decidiu interromper o ensaio clínico da vacina CoronaVac após um grave incidente". O revés para o CoronaVac veio no mesmo dia em que a gigante farmacêutica norte-americana Pfizer anunciou que sua vacina contra o coronavírus é 90% eficaz. (El Mercúrio, Chile) | bit.ly/2IkPIun

BOLSONARO. Jair Bolsonaro órfão de seu padrinho Donald Trump. Segundo confidências de seus assessores, o presidente brasileiro vivenciou a de Donald Trump como uma derrota pessoal, tanto que se identifica com seu modelo. Mais de vinte e quatro horas após a proclamação do democrata da vitória presidencial dos EUA, o presidente brasileiro permaneceu estranhamente silencioso. Trump é o principal aliado de Bolsonaro e sua derrota é uma grande perda para o presidente brasileiro, que gerou disputas com a União Europeia. (Le Figaro, França; RFI, França) | bit.ly/35hiSne | bit.ly/3peXrem

BOLSONARO. Bolsonaro inseguro para a reeleição no Brasil após a derrota de Trump. O presidente Jair Bolsonaro expressou sua insegurança na segunda-feira com a possibilidade de ser reeleito nas eleições de 2022 no Brasil após a derrota eleitoral de seu par Donald Trump nos Estados Unidos. "Não sei se serei candidato à reeleição, ainda há um longo caminho a percorrer até 2022", disse Bolsonaro. (Últimas Notícias, Venezuela) | bit.ly/35ejPwu

AMAZÔNIA. União Europeia pede que Brasil mostre dados positivos sobre o desmatamento na Amazônia. Brasil atrai embaixadores preocupados com o desmatamento com viagem à Amazônia. O representante da União Europeia elogia o compromisso, mas afirma fatos após uma ‘turnê’ que deixou de fora as áreas mais afetadas pela destruição da floresta tropical. (El País, Espanha; La Vanguardia, Espanha; El Diário, Espanha) | bit.ly/35ev1ZQ | bit.ly/3llmbiw | bit.ly/35j18rz

NAZISMO. Nazismo no Brasil multiplica-se durante governo de Bolsonaro. Tomada de posse da nova governadora de Santa Catarina, aliada incondicional do presidente e filha de um adepto assumido de Hitler, acendeu o alerta. "Há um crescimento de 16% de movimentos desse tipo a cada trimestre", revela pesquisadora. Um repórter perguntou à governador: “seu pai, como professor de História, pregava em sala de aula o negacionismo do Holocausto judeu, agora que a senhora é governadora de Santa Catarina, qual é a sua posição: corrobora essas ideias? "Eu realmente não posso responder, ser julgada ou condenada por esse ou aquele pensamento”, reagiu ela. (Diário de Notícias, Portugal) | bit.ly/3pjcwvA

VIOLÊNCIA POLÍTICA. Municipais no Brasil. Um candidato é assassinado a cada três dias. A facada em Jair Bolsonaro ou a execução de Marielle Franco são a ponta do iceberg da violência eleitoral no país. Já são 16 homicídios desde a pré-campanha e perto de 80 casos em 2020. E não estão contabilizados os atentados mal sucedidos. (Diário de Notícias, Portugal) | bit.ly/3n9hQPX

BIDEN/TRUMP. Brasil espera que "acabe a bagunça" para se pronunciar sobre Joe Biden O vice-presidente do Brasil, Hamilton Mourão, disse nesta segunda-feira que o governo de Jair Bolsonaro aguarda que a "bagunça" legal acabe para se pronunciar sobre as eleições nos Estados Unidos e a vitória do O democrata Joe Biden. "Julgo que o presidente espera que essa confusão de discussões acabe, que se houve votos falsos ou não, se posicionar e transmitir, no momento certo, os parabéns do Brasil a quem for eleito", disse Mourão aos jornalistas. (La Vanguardia, Espanha; El Diário, Espanha) | bit.ly/3livWOC | bit.ly/3nb233j

GOVERNO BOLSONARO. Brasil investiga se ministra tentou impedir aborto de menina violada pelo tio. A Procuradoria-Geral da República (PGR) brasileira abriu uma investigação preliminar sobre a eventual participação de uma ministra de Estado numa tentativa de impedir que uma menina de 10 anos abortasse, após ser violada pelo tio. A PGR pedirá a abertura de um inquérito formal contra a ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, suspeita de se ter movimentado para impedir a interrupção da gravidez de uma menina de 10 anos. (Jornal de Notícias, Portugal) | bit.ly/35eX4bx

2 - NOTÍCIAS DO MUNDO

BOLIVIA. 'A luta continua': o ex-presidente exilado Evo Morales retorna à Bolívia e afirma: “recuperamos a democracia”. Milhares de apoiadores com bandeiras saudaram Evo Morales na fronteira sul da Bolívia, enquanto o ex-presidente exilado do país iniciava um triunfante retorno ao lar. “Enquanto existir o capitalismo e o imperialismo, a luta continuará”, declarou Morales, 61, enquanto se preparava para cruzar a ponte internacional entre a cidade fronteiriça argentina de La Quiaca e Villazón, na Bolívia, por volta das 10 horas locais. (The Guardian, Inglaterra) | bit.ly/2Ij9S7U

BOLÍVIA. Evo Morales voltou à Bolívia homenageado por seu povo. Os bolivianos comemoram a chegada de seu líder após um ano no exílio, o fim do golpe e a restauração da democracia, após a posse de Luis Arce. A chegada de Evo Morales ao seu país teve todos os elementos de uma festa, e como tal se pretendia: um grande número de pessoas à sua espera, um colorido display de balões, bandeiras, cartazes, vários espaços para receber o homenageado, ruas com cartazes ou paredes pintadas, várias expressões de afeto. Os bolivianos comemoram a chegada de seu líder após um ano no exílio, o fim do golpe de Estado e a restauração da democracia, após a posse de Luis Arce. (Página 12, Argentina; Le Monde, França) | bit.ly/3eLMxYA | bit.ly/2IqqU3P

BOLÍVIA. Gabinete de Luis Arce: uma mistura de juventude, gestão e militância. O presidente da Bolívia manteve equilíbrio dentro do MAS. A nova Ministra da Presidência, Maria Nela Prada, garantiu que o país se encontra "numa fase crítica" e que "não é altura para confrontos". Com promessas de renovação e críticas ao pesado legado do governo de fato, o presidente da Bolívia, Luis Arce, tomou posse de seu novo gabinete na Casa Grande del Pueblo. “Tivemos que formar um gabinete que esteja à altura de grandes desafios. Por isso recorremos ao melhor que podíamos trazer, porque o que resta aos bolivianos é simplesmente trabalhar para sair da crise”, disse Arce. (Página 12, Argentina) | bit.ly/2UgRPBO

EUA. A recusa de Donald Trump em conceder a derrota, desperta temores de sabotagem na transição. A recusa de Donald Trump em reconhecer sua derrota na eleição de 2020 alimentou preocupações de que a transição presidencial seria sabotada, já que um nomeado por Trump se recusou a assinar o financiamento para a transição e a campanha de Trump anunciou uma estratégia legal ampliada em uma busca para reverter o resultado da eleição. (The Guardian, Inglaterra) | bit.ly/2Iswm6g

EUA. Republicanos apoiam a recusa de Trump em ceder, recusando-se a reconhecer Biden. O senador Mitch McConnell, o líder da maioria, criticou os democratas por esperar que o presidente cedesse rapidamente e disse que tinha todo o direito de buscar contestações legais. (The New York Times, EUA; The Washington Post, EUA) | nyti.ms/3eLMEmY | wapo.st/2IkPIKT

EUA. O procurador-geral autoriza o Ministério da Justiça a investigar alegações de fraude eleitoral "se forem críveis" e alterar o resultado. William Barr, muitas vezes criticado por servir aos interesses de Trump, entra na batalha aberta pelo presidente. Poucas horas depois, o encarregado da divisão de fraudes eleitorais do Departamento renunciou. (El País, Espanha) | bit.ly/3eIu27x

PERU. Congresso peruano destitui o presidente Martín Vizcarra. O Congresso peruano destituiu o presidente Martín Vizcarra na segunda-feira, depois que o plenário o declarou "moralmente incapaz" no julgamento político aberto contra ele. Com 105 votos a favor, a chamada "moção de vacância" movida contra o presidente por acusações de que ele cometeu atos de corrupção quando era governador da província de Moquegua. (La Vanguardia, Espanha) | bit.ly/35gA108

PERU. Vizcarra se junta à lista de presidentes que caíram em desgraça. Esta é a lista de presidentes peruanos que saíram pela "porta dos fundos" nos últimos anos. (El Espectador, Colômbia) | bit.ly/36mkivR ]

ARGENTINA. Mercados se estabilizam, enquanto o FMI anuncia nova missão à Argentina. A agenda será "a agenda fiscal, monetária e estrutural". A novidade foi conhecida no final de um dia calmo nos mercados. O dólar informal caiu mais US $ 6 nesta segunda-feira para fechar em US $ 151 a unidade, 44 pesos a menos do que o pico de US $ 195 duas semanas atrás, um movimento que reduziu a diferença com o dólar oficial em quase 90%. Na Bolsa de Valores de Nova York, as ações argentinas subiram para 23%. (Tiempo Argentino, Argentina) | bit.ly/2GPIiyM

MÉXICO. A polícia reprime um protesto feminista no México com tiros. Cerca de 2.000 manifestantes protestavam contra o feminicídio no estado de Quintana Roo. Um protesto contra o feminicídio de duas mulheres no último fim de semana em Cancún, no sudeste do México, terminou nesta segunda-feira quando a Polícia Municipal reprimiu os manifestantes com tiros, deixando três jornalistas feridos, um deles disparando uma arma fogo. (El Periódico, Espanha) | bit.ly/2Ubn8Oq

CORONAVÍRUS. Conforme o hemisfério norte fica mais frio, as mortes de covid-19 estão aumentando rapidamente. Enquanto a pandemia se acelerou no hemisfério norte, ela desacelerou abaixo do equador. Mas não está claro quanto o tempo, sozinho, é responsável. (The Economist, Inglaterra) | econ.st/3n8jxNK

3 - ARTIGOS/ENTREVISTAS

Barry Eichengreen – EUA (The Guardian, Inglaterra) | “Como pode Joe Biden lidar com a obstrução de Donald Trump na transição?” | bit.ly/36i0MAC

Dani Rodrik – EUA (Project Syndicate, EUA) | “O indulto dos quatro anos pelos democratas” | bit.ly/3kjnjSq

Naomi Klein – EUA (Commondreams, EUA) | “É hora dos democratas traírem a classe dos doadores - não o povo” | bit.ly/3eJBMGh

Hadley Freeman – Trump (The Guardian, Inglaterra) | “O profundo narcisismo de Trump agiu como um espelho distorcido para milhões de eleitores - A eleição dos EUA mostra que muitos americanos acreditam que o presidente reflete suas próprias necessidades e desejos” | bit.ly/35gH6hj

Ariel Dorfman – Trump (Página 12, Argentina) | “Crônica de uma fuga anunciada. Trump:’ talvez tenha que sair do país’” | bit.ly/3pgVttJ

Jorge Alemán – Extrema direita (Página 12, Argentina) | “Ultradireita, direita, democracia. O lugar do trumpismo” | bit.ly/3kb1k08

Atílio Boron – EUA (Página 12, Argentina) | “Biden venceu: e agora?” | bit.ly/2UeTbgs

Pedro Magalhães – EUA (Esquerda.net, Portugal) | ““O trumpismo não acabará com a saída de Trump” | bit.ly/3pjcDY2

Ana Cristina Carvalhaes e Bruno Magalhães – Bolívia (Esquerda.net, Portugal) | “Novo governo do MAS na Bolívia enfrenta desafios inéditos” | bit.ly/2GNfyGX

Paul Krugman – EUA (The New York Times, EUA) | “Qual não é o problema com a Geórgia? Uma vitória democrata oferece esperança - mas também um aviso.” | nyti.ms/38Hbx2r

Rérolle e outros, reportagem – EUA (Le Monde, França) | “‘Todos ficarão em seu próprio círculo ‘: um dia após a vitória de Joe Biden, Os EUA estavam aliviados, mas preocupados com suas divisões” | bit.ly/2UedRW4

Cecile Marin - Nagorno-Karabakh (Le Monde Diplomatique, França) | “Nagorno-Karabakh, a conflagração. Trinta anos de conflito” | bit.ly/2UbUXzd

Gennaro Scala, entrevista – Socialismo (Sinistra in Rete, Itália) | “Por um novo socialismo” | bit.ly/3khZb2T

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