Mãe Terra

Não dá para dormir

Quando 120 pajés, guerreiros, mulheres e jovens Yanomami e Ye"kwana se reúnem para resistir à invasão de 20 mil garimpeiros e aos planos de destruição de Bolsonaro, é melhor ficar acordado

27/12/2019 17:44

Ehuana Yaiara Yanomami, 36 anos, liderança do movimento de mulheres Yanomami:

Créditos da foto: Ehuana Yaiara Yanomami, 36 anos, liderança do movimento de mulheres Yanomami: "os garimpeiros não nos respeitam, nós não queremos que eles se aproximem dos Yanomami". (Victor Moriyama/ISA)

 
Ninguém dorme na comunidade Watorik%u068. Pelo menos, não durante o primeiro Fórum de Lideranças Yanomami e Ye’kwana, realizado nesta maloca circular, o xapono, encravada no pé da “serra dos ventos”, ou watorik%u068, em yanomami. Naquela semana, no final de novembro, a aldeia no meio da floresta amazônica foi palco de um encontro histórico e inédito, que reuniu 120 lideranças de 53 comunidades, vindas de 26 regiões de um território de 9 milhões de hectares, a Terra Indígena Yanomami, entre Roraima e Amazonas.

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