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Grandes Provérbios Adaptados ao Brasil de FHC

04/02/2002 00:00

A situação do nosso querido país é tão complexa que só nos salvaremos sendo simples. As teses sociológicas e econômicas parecem ter se exaurido.



Os babalorixás erraram as previsões. E ninguém previa que o Maranhão seria modelo para o futuro da nação.



Diante de tal berlinda, busquemos a descomplicação.



E nada mais singelo que um provérbio. Até o velho Freud atribuía a eles uma condensação de conceitos capaz de mover montanhas.



Sejamos proverbiais, portanto. Pois mais vale seqüestro-relâmpago que me carregue do que seqüestrador que me apague.



Quem cedo madruga, termina falindo.



Brasileiro só fecha a porta depois de ser roubado, seqüestrado, estuprado e queimado.



No Brasil, a justiça tarda mas falha.



A grana do vizinho traficante é sempre mais verde.



O futuro a George Bush pertence.



A voz do povo é a voz do presidente do FMI.



De pensar morreu um tucano.



Água mole em pedra dura tanto bate que a pedra confessa.



Quando o milagre é demais, até o Brindeiro desconfia.



Aqui se faz, aqui se dá o calote.



As feias que me perdoem, mas a corregedora Anadyr extrapolou.



Depois da tempestade vem o apagão.



Nem tudo que reluz é o patrimônio do Roberto Marinho.



No Brasil, o ladrão é que faz a ocasião.



Em terra de cego, quem tem um olho logo perde no SUS.



A economia ? de energia ? é a base da porcaria.



Não há bem que sempre dure, nem neolilberalismo que nunca se acabe.



O inferno está cheio de boas intenções e de medidas provisórias.



Tristezas de ministro não pagam a dívida externa.



O sol nasce para todos, já a energia elétrica só para quem obedecer a cota.



Quem com ferro fere com habeas-corpus será absolvido.



Deus ajuda quem cedo sonega.



Para bom entendedor, meia palavra é erro ortográfico.



Dinheiro sujo se lava em casa.



Atrás de uma bola vem sempre uma criança; e atrás de uma criança vem sempre a Xuxa e a Marlene Mattos.



Por fora, bela viola; por dentro, merenda escolar.



A mentira tem pernas curtas e o FHC nariz comprido.



Se correr o bicho pega, se ficar o Everardo Maciel come.



Quem ama o Enéas, Gianecchini lhe parece.



A pressa é a inimiga da ejaculação.



O pior cego é o que não quer ouvir Steve Wonder.



Quem vê cara não vê popozão.







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