Pelo Mundo

A América Latina vai mudar

Boletim Semanal de Notícias da Carta Maior - de 31 de maio a 6 de junho

06/06/2021 11:25

(Arte/Carta Maior)

Créditos da foto: (Arte/Carta Maior)

 



PERUANOS NAS RUAS: “FUJIMORI NUNCA MAIS!”

“Por justiça e dignidade”, centenas de milhares “contra Keiko, a filha do ditador”

Entoando “Keiko não vai” e “Por justiça e dignidade, Fujimori nunca mais”, uma multidão tomou as ruas das principais cidades do Peru na terça-feira (1) para rechaçar a candidatura da ex-deputada e filha do ditador Alberto Fujimori, que disputa, domingo (6), o segundo turno à presidência da República.

Convocada por inúmeras organizações sociais e sindicais, a manifestação foi em repúdio ao que muitos peruanos consideram uma continuidade das políticas do pai, condenado e preso por crimes contra a Humanidade e corrupção.

Erguendo faixas com “Corrupção nunca mais” e puxando palavras de ordem como “O sangue derramado jamais será esquecido”, os manifestantes selaram seu compromisso em impedir o retrocesso, elegendo o professor Pedro Castillo, do Peru Livre.

A maior concentração ocorreu em Cusco, centro do Império Inca e considerada a “capital histórica do país”, onde, segundo as redes sociais, mais de 90.000 pessoas tomaram as ruas.

A marcha de Lima também foi muito numerosa, com os manifestantes se concentrando na central Plaza San Martín. Manifestações contrárias a Keiko e em defesa de Castillo ocorreram nas capitais de todos os departamentos.

Castillo tem convocado os jovens a estarem na vanguarda de seu movimento político de mudança, alertado para que não se confundam com a propaganda dos setores antinacionais, defendido o investimento na educação para promover a transformação que o país necessita e promover uma nova industrialização. Durante seus comícios, o professor tem frisado que o povo peruano deverá participar da próxima Assembleia Constituinte para transformar a realidade atual e “acabar com o poder dos bancos usurários”.

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CASTILLO PUBLICA PLANO EMERGENCIAL

Combater a pandemia e melhorar a saúde pública serão a prioridade

À frente em todas as pesquisas eleitorais, o candidato do Peru Livre à presidência, Pedro Castillo, apresentou um programa para combater a pandemia e melhorar a saúde pública em que prioriza o acesso à assistência médica como um “direito fundamental do cidadão” que deve estar inscrito na Constituição.

Para fazer frente à expansão da pandemia, entre outras iniciativas, Castillo propõe ampliar em três bilhões de pesos (US$ 785 milhões) o orçamento do setor para custear o plano de 100 dias para enfrentar a terceira onda; reestruturar os hospitais Covid-19 para dobrar a oferta de leitos hospitalares com aparelhos de oxigenoterapia de alto fluxo; implementar 4.000 centros de atenção primária com profissionais de saúde, infraestrutura e recursos de saúde.

Entre as diretrizes do plano está o “princípio de justiça” que estabelece o “uso racional dos recursos disponíveis para permitir o pleno exercício do direito à saúde de qualidade, salvaguardar a dignidade das pessoas e obrigar o Estado a assegurar o acesso”.

As principais propostas da saúde pública de Castillo incluem cinco eixos: controlar a emergência de saúde, melhorar os gastos e a gestão, melhorar a quantidade e a qualidade dos recursos humanos, melhorar o primeiro nível de atendimento e promover o uso da ciência e da tecnologia.

O Peru atualizou na segunda-feira (31) o número oficial de mortes por Covid-19 no país: o total chegou a 180.764 óbitos. É mais que o dobro do total antes anunciado, que estava no domingo em menos de 70 mil. Com isso, segundo o levantamento da Universidade Johns Hopkins, o país tem a pior taxa do mundo de mortos da pandemia em números relativos à população. São mais de 500 vítimas do coronavírus para cada 100 mil habitantes.

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CUT COLÔMBIA MOBILIZA

Trabalhadores exigem paz, salário, empregos e direitos

Dando prosseguimento aos protestos iniciados com a Paralisação Nacional de 28 de abril por “paz, salário, emprego, direitos e o fim da política de desmilitarização e privatização do governo de Iván Duque”, os colombianos ampliam o movimento por negociações reais e efetivas.

No momento em que os dados oficiais apontam que o desemprego de abril superou o de março, alcançando os 15,1%, e que o número de mortos pelo coronavírus bateu no teto, checando aos 3.558 na semana, Duque radicaliza sua política de terrorismo de Estado.

“O governo tem priorizado os discursos de ódio e declarações de confronto, dando tratamento militar contra os que exercemos o legítimo direito ao protesto. São milhares de detidos, 51 com lesões oculares e mais de 70 pessoas assassinadas, 14 delas na noite de sexta-feira (28) em Cali, pela polícia e por milicianos que acompanham os seus efetivos”, denunciou o dirigente da Comissão Nacional de Paralisação e presidente da Central Unitária de Trabalhadores da Colômbia (CUT), Francisco Maltés Tello.

Segundo o líder colombiano, “no mesmo dia em que falava em diálogo, Duque impôs o Decreto 575 conferindo ao seu governo poderes ditatoriais”. “Nós defendemos o caminho do diálogo e da negociação para construir uma política de desenvolvimento nacional. Por isso nossas grandiosas manifestações pacíficas por todo o país”, sublinhou.

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MÉXICO ENFRENTA A PANDEMIA

País bate recorde de vacinados em um único dia: mais de 800 mil pessoas

O presidente do México, Andrés Manuel López Obrador, anunciou ter batido o recorde de vacinação diário contra a Covid-19 ao alcançar 816.380 doses na terça-feira (1).

De acordo com Obrador, o programa de imunização está sendo realizado sem obstáculos e chegará em breve a um milhão de doses diárias. “Esta semana será concluída a vacinação da primeira dose das pessoas entre 50 e 59 anos”, informou.

Com 32 milhões dos maiores vacinados, o México conseguiu imunizar 25% da população com mais de 18 anos, pelo menos com a primeira dose, ou seja 22.043.213 pessoas, das quais 12.604.789 completaram o esquema de vacinação, entre elas a população de elevada vulnerabilidade, como idosos e o pessoal da saúde.

Até outubro estarão imunizadas com ao menos uma dose todas as pessoas acima de 18 anos, segmento estimado em 118 milhões dos 127 milhões de habitantes do país.

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PANAMÁ APÓIA A COSTA RICA

Unidade médica panamenha ajudará a combater pandemia no país vizinho

Começou nesta terça-feira (1) o processo de instalação da Unidade Médica Móvel (MMU) emprestada pelo Panamá à Costa Rica para combater o coronavírus. O país tico – como são chamados os costarriquenhos - passa pelo pior momento da pandemia de Covid-19 desde março de 2020, quando foi detectada a primeira ocorrência, com o registro recorde de casos confirmados, hospitalizados, graves e falecidos.

Com cinco módulos tipo hospital de campo, centrais elétricas e abastecimento de água e banheiros, entre outros, a unidade contará com capacidade de 40 leitos e será acompanhada pelo Fundo Costarriquenho de Seguridade Social (CCSS).

O presidente costarriquenho, Carlos Alvarado, agradeceu ao povo panamenho e a seu presidente, Laurentino Cortizo, pela importante solidariedade.

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EMERGÊNCIA ALIMENTAR NA GUATEMALA

Governo só aplicou 12,79% dos recursos para o combate à fome

Antes da passagem das tormentas tropicais Eta e Iota, que causaram profundos estragos na agricultura de subsistência da Guatemala em novembro do ano passado, se estimava que, pelos efeitos da pandemia, seriam 162 mil pessoas em “emergência alimentar”. Devido as tormentas a cifra praticamente triplicou e apesar disso o governo de Alejandro Giammattei se manteve paralisado no combate à fome.

Em contradição ao caos reinante, em que muitas crianças já morreram por desnutrição crônica, um relatório do Sistema Integrado de Contabilidade (Sicoin), de 21 de maio, detalhou que a execução do subprograma de apoio ao consumo adequado de alimentos foi de míseros 12,79%, enquanto o de auxílio à melhoria da renda familiar atingiu 17,76%.

O quadro estabelecido pela Classificação Integrada das Fases de Insegurança Alimentar (CIF), esforço científico mundial elaborado por diversas instituições, determina a gravidade da falta de acesso aos alimentos. A classificação consta de cinco fases: 1 - segurança alimentar ou consumo alimentar adequado; 2 - insegurança leve ou consumo mínimo adequado; 3 - moderado, falta de consumo; 4 - falta severa ou carência extrema; e, finalmente, o 5 - que é uma catástrofe alimentar ou fome crônica.

Além das 427 mil pessoas na fase 4, as projeções apontam que 3,3 milhões de guatemaltecos estão na fase 3 e outros 6,4 milhões na fase 2. O país centro-americano que é um dos maiores exportadores de banana, melão, café e cana-de-açúcar tem mais de dez milhões dos seus 18 milhões de habitantes passando fome.

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URUGUAI EXALTA SUCESSO DO CORONAVAC

Mortalidade caiu 97% entre vacinados

As mortes relacionadas à Covid-19 entre adultos uruguaios de 18 a 70 anos completamente imunizados com a vacina CoronaVac, da farmacêutica chinesa Sinovac, caíram 97%, apontaram resultados preliminares de um estudo do Ministério de Saúde Pública do Uruguai.

Internações em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) após a imunização com a vacina chinesa também diminuíram mais de 95% e os casos de infecção caíram 57%, informou o relatório.

O estudo indicou que, do número total de 712.716 pessoas totalmente imunizadas com a Coronavac em 25 de maio, 5.360 testaram positivo para o coronavírus. Dessas pessoas, 19 precisaram de internação em UTI e seis faleceram. Ou seja, enquanto entre os uruguaios não vacinados há 1,05 falecimentos para cada 100 mil, entre os vacinados pelo imunizante chinês há 0,04 mortes por 100 mil.

O estudo esclareceu que “esses números são preliminares e devem ser interpretados com cautela, pois não levam em consideração a idade das pessoas, suas comorbidades e grupos de alta exposição (funcionários da saúde)”. “Esses ajustes estatísticos serão comunicados em relatórios futuros. Fica demonstrado que a vacinação é uma ferramenta fundamental para conter o avanço e as consequências da pandemia”, apontou.

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SENADO URUGUAIO

Apoio às pequenas e médias empresas com até 100% de isenção de impostos

O Senado uruguaio apoiou na quarta-feira (2) um apoio emergencial às pequenas e médias empresas por meio de um acordo de isenção de impostos de 100% para combater o impacto econômico da pandemia Covid-19.

Por unanimidade, as bancadas dos quatro partidos políticos com representação na Câmara Alta votaram pela modificação de uma concessão aprovada antes de 50%, concedida apenas para os meses de janeiro a junho deste ano. A extensão deverá ser apreciada com urgência pela Câmara dos Deputados.

Com a nova proposta de lei, teatros, academias, atividades de clube esportivo, aluguel de carros e operadoras de rádio passam a ser incluídos neste benefício, cujas atividades foram suspensas e deixaram de receber renda.

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JUSTIÇA BOLIVIANA

Ex-presidenta golpista, Áñez é investigada por mais corrupção

O ministro da Justiça da Bolívia, Iván Lima, solicitou na segunda-feira (31) à Procuradoria Geral da República que convoque para depor a ex-presidente golpista, Jeanine Áñez, e seu gabinete para responder sobre a compra irregular antidistúrbios realizada entre 2019 e 2020. Conforme denúncias, foram os decretos de seu governo que deram carta branca para a mais do que suspeita aquisição na qual estão envolvidos os ex-ministros Arturo Murillo e Fernando López.

“A Constituição Política do Estado (CPE) estabelece em seu artigo 165, parágrafo II que as determinações adotadas no Conselho de Ministros são de responsabilidade solidária. A senhora Áñez e seus ex-colaboradores devem explicar ante à Procuradoria Geral as razões e circunstância da aprovação dos decretos”, afirmou o Ministério da Justiça.

De acordo com dados oficiais, a compra dos materiais em questão teve um custo de US$ 5,6 milhões, ainda que o preço real fosse de US$ 3,3 milhões.

“Grande parte desses recursos provenientes da corrupção”, denunciou o ministro de Governo [chefe da Casa Civil], Eduardo Castillo, foram investidos na construção do World Trade Center, no departamento de Santa Cruz.

A recente prisão do ex-ministro de Governo de Áñez, Arturo Murillo, pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos, país em que se encontrava foragido, se deveu “à sua participação em um esquema de suborno e lavagem de dinheiro".

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ARGENTINOS CONTRA A PANDEMIA

Caravana em Buenos Aires recorda docentes mortos por Covid e exige da Prefeitura aulas não-presenciais

Com uma caravana em homenagem aos professores falecidos, os sindicatos de trabalhadores da Educação de Buenos Aires voltaram a exigir da Prefeitura aulas não-presenciais para “garantir a vida e a saúde de docentes, não docentes, estudantes e familiares”.

A marcha percorreu três das escolas onde os professores perderam a vida e recordou que desde 17 de fevereiro, dia em que a administração municipal retomou as classes presenciais, antecipando-se duas semanas à maioria das demais, 22 trabalhadores da educação morreram por Covid-19.

Além disso, denunciaram os manifestantes, a capital argentina “tem o maior número de falecidos por coronavírus por milhão de habitantes, apesar da vacinação dos docentes ter sido mantida durante meses a conta-gotas”. Desde fevereiro até maio, somente 15% dos professores foram vacinados.

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LATINO-AMERICANOS RICOS RUMAM AO NORTE

Turismo de vacinas

Diante do ritmo lento das campanhas de vacinação em seus países e de um excedente de doses nos Estados Unidos - onde dezenas de milhões de norte-americanos optaram por não serem vacinados - latino-americanos ricos e de classe média, com vistos de turistas, estão embarcando rumo aos EUA nas últimas semanas para se vacinarem contra a Covid-19.

O turismo de vacinas exacerba a desigualdade, que piorou o número de vítimas da pandemia. “Milionários e bilionários viajando entre continentes ou oceanos para conseguir uma vacina, geralmente duas vezes, significa maior exposição, maior probabilidade de propagação de variantes e acesso apenas para uma pequena elite”, alertou Sean Simons, porta-voz da ONE Campaign, movimento global que trabalha para erradicar doenças e pobreza.

A diretora de Migrações do Paraguai, Ángeles Arriola, confirmou terça-feira (1) o crescimento vertiginoso dos voos em direção aos EUA em busca da imunização. Maio foi o mês que registrou a maior quantidade de pessoas com destino ao país do norte: foram sete mil, contra dois mil de abril, afirmou à rádio Monumental 1080 AM.

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GOVERNO PARAGUAIO “SEMEIA O TERROR”

Mario Abdo gera desconfiança diante do avanço da pandemia

Em entrevista ao jornal paraguaio La Nación, o especialista em comunicação Hugo Biedermann acusou o governo do presidente Mario Abdo Benítez de “semear terror” diante do avanço da pandemia, provocando cada vez mais desconfiança na população.

A situação é bastante séria, advertiu, porque esta é uma administração “extremamente recheada de denúncias de corrupção diante da crise”.

Depois do terror, advertiu, “o segundo passo foi a perda de confiança”, com o ministro da Saúde Pública e Bem-Estar Social, Guillermo Sequera, “vendendo dados permanentemente”. “Por exemplo, em maio do ano passado ele nos disse que o pior já havia passado e assim por diante. Então as pessoas se perguntam o que está realmente acontecendo”, assinalou.

De acordo com os dados oficiais, divulgados terça-feira (1), foram confirmados 2.860 novos contágios e 107 mortes, para um total de 9.293 óbitos desde o surgimento do Covid-19 no Paraguai, em março de 2020.

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OS CAMPOS ENVENENADOS DO PARAGUAI

Documentário denuncia política de intoxicação em massa

O premiado documentário francês “Os Campos Envenenados do Paraguai” é uma importante denúncia da política de intoxicação em massa adotada pelo país vizinho para favorecer meia dúzia de latifundiários.

Diante da contundência dos fatos e argumentos, coube à Associação Paraguaia de Produtores e Exportadores de Carne apelar e rechaçar contra sua exibição no XII Ciclo de Cinema Europeu. A delegação da União Europeia (UE) se negou a retirar o filme do jornalista francês Martin Boudot de cartaz e condenou a tentativa de censura vinda do país do general Alfredo Stroessner, submetido “à mais longa ditadura da América Latina”.

O fato é que para alimentar o gado de todo planeta, a indústria da soja vem destruindo os bosques paraguaios e expulsando agricultores, submetendo a população ao redor das plantações a intoxicações por pesticidas.

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SERVIDÃO INFANTIL NO HAITI

Relatório denuncia mais de 200 mil crianças vítimas de tráfico

Mais de 200.000 crianças haitianas são vítimas de tráfico, a maioria delas para serem submetidas à servidão doméstica, denunciou na quinta-feira (3) um relatório da fundação Depase fwonty.

O fenômeno é mais visível nas cidades do interior, e é conhecido como restavek, um termo crioulo para “ficar com”, e faz parte de uma antiga tradição. O Observatório Haitiano contra o Tráfico de Pessoas aponta tal prática como manifestação de escravidão moderna.

A Depase e o Coletivo de Advogados Especializados em Litígios Estratégicos de Direitos Humanos (Caldsh) denunciam que devido à sobrecarga de trabalho, muitas dessas crianças devem deixar de frequentar a escola.

Em levantamento, há dois anos, foram identificadas pelo menos 280.000 crianças reabilitadas e exigiu que as autoridades atendessem as pessoas que caem nessas redes, punissem os responsáveis e aplicassem as convenções e leis internacionais sobre o tráfico de pessoas, enquanto estabeleciam políticas públicas para melhorar as condições de vida da população.

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AMÉRICA LATINA E CARIBE

Atlas histórico traz contribuições essenciais para a descolonização pedagógica e cultural

O Atlas histórico da América Latina e do Caribe – aportes para a descolonização pedagógica e cultural, disponibilizado gratuitamente pela Universidade Pública da República Argentina (Unla), é uma contribuição essencial para quem quer conhecer o passado, avaliar o presente e projetar um futuro de integração.

O vasto material está dividido em uma “Breve história do povoamento da América até a crise da ordem da colônia”, “Emancipação americana à formação dos estados oligárquicos”, “Da revolução mexicana aos nossos dias” e “Abordagens imprescindíveis da Nossa América”.

Entre outros pontos, o Atlas avalia a história dos nomes e dos símbolos pátrios, a formação dos Estados nacionais e a expansão das fronteiras, a luta das mulheres, as Constituições e traz apontamentos para uma breve história do movimento operário no continente.

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