Brasileiros inscritos no Mais Médicos só têm uma preocupação: sair do programa

Até hoje, o programa só funcionou contando com o último grupo na escala de prioridades do governo brasileiro: mais de 90% do programa funcionou até aqui com médicos cubanos.

07/12/2018 12:10

Na capital paulista, inscritos no Mais Médicos conferem lista das unidades básicas de saúde (Robson Ventura/Folhapress)

Créditos da foto: Na capital paulista, inscritos no Mais Médicos conferem lista das unidades básicas de saúde (Robson Ventura/Folhapress)

 
O programa Mais Médicos nunca foi prioridade para o médico brasileiro. Em 2013, ano do lançamento, apenas 6% das vagas foram ocupadas por médicos brasileiros. Nesta 16ª etapa, a história parece ser diferente. Mas só parece.

Em 19 de novembro, o Ministério da Saúde lançou o edital do programa para substituir os médicos cubanos que já começaram a deixar o país. Após o tumultuado período de inscrição – médicos reclamaram de dificuldade para fazer o cadastramento por conta da instabilidade do sistema que recebia os formulários –, uma pergunta passou a dominar as rodas de conversa de colegas médicos: o que acontecerá se eu abandonar o programa?

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