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Cartas do Editor

Carta Maior está pronta para enfrentar 2018

 

09/01/2018 15:10

Reprodução

 
Carta Maior está pronta para enfrentar 2018, com novo formato e nova proposta editorial, disponibilizando análises imperdíveis, produzidas por intelectuais, lideranças sociais e pensadores de esquerda e progressistas do Brasil e do mundo.

Estamos convencidos que nesta batalha pela disputa da opinião pública, contra o fascismo e o desmonte do Brasil, urge dotarmos nossos leitores de argumentos sólidos, estudos e análises contundentes.

Reafirmando nossa vocação analítica, sem perder de vista a conjuntura e os desafios de 2018, um ano decisivo para o Brasil, Carta Maior priorizará uma pauta que estimule o debate sobre o futuro, em especial, sobre os rumos da esquerda e do socialismo.

Neste sentido, na Editoria de Histórias do Futuro, publicamos três textos de leitura obrigatória. O primeiro de autoria do Professor Boaventura de Souza Santos, onde ele examina a Nova Tese Onze, escrita por Marx em 1845, na qual ele declarou: “Os filósofos têm apenas interpretado o mundo de maneiras diferentes; a questão, porém, é transformá-lo”.

No segundo texto, de autoria do economista marxista americano, Professor Michael Roberts, são apresentados aos leitores os melhores livros de economia marxista publicados no ano de 2017, com destaque para a obra A Reader’s Guide to Marx’s Capital (“Um Guia de Leitura para o capital de Marx”) que ele recomenda fortemente sua leitura porque a obra oferece a possibilidade do leitor “se concentrar naquelas áreas que são as mais importantes para a compreensão geral da obra de Marx e as que mais confundem...”.

Por fim, o terceiro texto, de autoria do renomado marxista Vicenç Navarro, Professor de Ciência Política e Política Pública, da Universidade catalã Pompeu Fabra, situada em Barcelona, aborda um artigo publicado por um colunista da semanal The Economist, conhecida por coluna Bagehot (de Adrian Wooldridge), sob o título: “O momento marxista e o subtítulo Os Trabalhadores estão certos: Karl Marx tem muito para ensinar aos políticos de hoje.

São livros fundamentais para a compreensão do quadro de crise que vivemos hoje em todo o mundo, onde cada país convive com suas próprias crises e todos convivemos com a crise do capitalismo.

Cientes de que a destruição promovida pelo neoliberalismo ultrapassa as fronteiras nacionais, daremos ênfase na tradução de artigos e reportagens internacionais, geralmente, de difícil acesso para o leitor brasileiro.

Nesta semana, você poderá ler quatro textos da Editoria de Economia Política que demonstram que as propostas neoliberais são altamente danosas para países como o nosso que se encontram em profunda crise política e econômica.

Um em especial, publicado pelo The Guardian, no dia 5 de dezembro de 2017, merece atenção dos leitores da Carta Maior.

Os Estados Unidos vive a sua pior crise política e econômica de toda a sua história, com um crescente avanço da miséria, nos centros mais ricos do país.

Mudamos o título do texto para melhor compreensão dos leitores e está publicado como: Por quê a ‘retomada’de Trump convive com a pobreza ?

Isso tudo e muito mais você poderá encontrar na Carta Maior nesta semana, clicando aqui.

Na semana passada afirmamos que o nosso Twitter estava experimentando um forte crescimento passando de 142.000 seguidores, em 20 de novembro, para 152.000  no dia 2 de janeiro.

Agora, 8 de janeiro, ou seja, em apenas seis dias, já ultrapassamos a marca de l54.000 seguidores e o facebook, no mesmo período, alcançou 806.159 pessoas.

Porém, o mais significativo é que os leitores que estão visitando nosso site, abrem 5,6 páginas por visita e permanecem por um período médio de 17,36 minutos no site, deixando muito claro de que estamos no caminho certo e que com a participação dos nossos leitores poderemos fazer muito mais para podermos oferecer alternativas para a disputa que se avizinha e que será muito dura.

Para tanto, lançamos uma campanha de cadastramento no site para que possamos criar um ambiente independente das restrições neoliberais do Facebook, do Google e do próprio Twitter. Cada vez mais, a disseminação de notícias nas redes sociais depende da compra de espaço, promovendo grande desvantagem na divulgação de conteúdos para a Mídia Alternativa, além de transformar a notícia e as análises, em mercadoria. Faça parte do nosso cadastro que conta, hoje, com mais de 100 mil inscritos (cadastre-se aqui).

Vamos criar uma rede independente de comunicação, que não esteja subordinada aos interesses financeiros dos donos da nova mídia. Por isso é importante que você faça um esforço junto a seus parentes, amigos, companheiros, colegas de escola, de universidade, de trabalho, das ruas,  pedindo que se cadastrem na Carta Maior, como um ato político de resistência a esse verdadeiro arrastão que vem sendo patrocinado pelos “Zuckerbergs” da vida.

Nós também reforçaremos a nossa campanha de doação. É a única forma de garantirmos a sobrevivência da Carta Maior nos próximos anos, visando sua autossustentabilidade e a manutenção da sua independência editorial. Isso só será possível por meio do engajamento e da parceira com os nossos leitores (torne-se parceiro clicando aqui).

Agradecemos a paciência de todos e contamos com sua ajuda para disseminar esse rico conteúdo em suas redes de contato. A resistência contra as forças neoliberais e fascistas depende da ação conjunta entre todos nós. Eles têm o mercado, nós temos uns aos outros.

Sigamos juntos.

Joaquim Ernesto Palhares
Diretor da Carta Maior





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