Política

Mais uma juíza a serviço do caos

Nestes tempos de delírio fascista, virou moda juiz assumir protagonismo partidário e atuar contra desafetos ou inimigos ideológicos.

12/04/2016 00:00

Marcelo Camargo / Agência Brasil

Créditos da foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil

A moda inventada pelo Gilmar Mendes e Rodrigo Janot pegou. Agora é a juíza da 7ª Vara da Justiça Federal de Brasília que decidiu suspender a nomeação do Ministro da Justiça, Eugênio Aragão.
 
Sua Excelência alega que Aragão não poderia exercer o cargo de Ministro de Estado, porque pertence ao quadro do Ministério Público. Esta previsão não alcança Eugênio Aragão, que ingressou na carreira do MP antes da Constituição de 1989, que estabeleceu tal vedação.
 
Sua Excelência, a juíza Luciana Raquel Tolentino de Moura, parece não estar preocupada com a regularidade institucional, mas sim em tumultuar o ambiente político. Ela age como outros colegas de toga que buscam todas as maneiras de obstruir e sabotar o funcionamento do Poder Executivo, para fazer o país incendiar.
 
Nestes tempos de delírio fascista, virou moda juiz assumir protagonismo partidário e atuar contra desafetos ou inimigos ideológicos.
 
A juíza Luciana é uma das signatárias da nota de apoio ao juiz Moro quando ele agiu criminosamente na interceptação e divulgação ilegal das conversas telefônicas da Presidente Dilma. Na nota, dizem que o justiceiro de Curitiba “reflete o ideal de um Poder Judiciário independente e autônomo, que não se curva a condutas ilícitas e anti-republicanas” [sic]. Cunha que o diga.
 
Sua Excelência, a juíza Luciana Raquel Tolentino de Moura melhor faria se fosse trabalhar, ao invés de ficar aTUCANAndo a vida do governo.
 
Por favor, em respeito à democracia, deixem a Presidente Dilma governar!



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